Undesigned
Reality can't be comprehended
We have yet to exist
A gaping pit of nothingness
A web of fragility
The ladder that we all are climbing
Ends far from the ground
Guilty from birth- refusing the gift
Is all that you will become
Dis-existing in the wonder, nova's one and all
Products of cosmic collapses, cursed under the sun
Smothered in the ironies, living only in thoughts
Doomed to fail, then want, then die. We'll never find the way.
Forgetting your existence
Splitting in the processes
Your existence forgotten
You're thought of no more
Un-existing with no wonder, coalesced in death
In the void that swallows us all, void of memory
Smothered in the ironies, you're living just in thoughts
Doomed to fail, then want, then die
You've never seen the day
Forgetting your existence
Splitting in the processes
Your existence forgotten
You have been no more.
Innocent are those who don't exist
Sands of space and time
We cannot be measured or assessed
One demented mind.
Reality can't be comprehended
We have yet to exist
A gaping pit of nothingness
A web of fragility
The ladder that we all are climbing
Ends far from the ground
Guilty from birth- refusing the gift
Is all that we will become
Un-existing with no wonder, coalesced in death
In the void that swallows us all, void of memory
Smothered in the ironies, you're living just in thoughts
Doomed to fail, then want, then die
You've never seen the day
Mankind will be undesigned.
Indefinido
A realidade não pode ser compreendida
Ainda não existimos
Um abismo de nada
Uma teia de fragilidade
A escada que todos estamos subindo
Termina longe do chão
Culpados desde o nascimento - recusando o presente
É tudo que você se tornará
Desexistindo na maravilha, nova é um e todos
Produtos de colapsos cósmicos, amaldiçoados sob o sol
Sufocados nas ironias, vivendo apenas em pensamentos
Condenados a falhar, depois querer, depois morrer. Nunca vamos encontrar o caminho.
Esquecendo sua existência
Dividindo-se nos processos
Sua existência esquecida
Você não é mais pensado
Desexistindo sem maravilha, coalescido na morte
No vazio que nos engole, vazio de memória
Sufocado nas ironias, você vive apenas em pensamentos
Condenado a falhar, depois querer, depois morrer
Você nunca viu o dia
Esquecendo sua existência
Dividindo-se nos processos
Sua existência esquecida
Você não é mais.
Inocentes são aqueles que não existem
Areias de espaço e tempo
Não podemos ser medidos ou avaliados
Uma mente demente.
A realidade não pode ser compreendida
Ainda não existimos
Um abismo de nada
Uma teia de fragilidade
A escada que todos estamos subindo
Termina longe do chão
Culpados desde o nascimento - recusando o presente
É tudo que nos tornaremos
Desexistindo sem maravilha, coalescido na morte
No vazio que nos engole, vazio de memória
Sufocado nas ironias, você vive apenas em pensamentos
Condenado a falhar, depois querer, depois morrer
Você nunca viu o dia
A humanidade será indefinida.