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Voe na Parede

Facing New York

Fly On The Wall

Navigated into my own hole,
I've got a stunning view
Of all I can't control.

It's insulated but the walls are cold.
One foot on the ground.
One eye on the door.

Yeah, I thought that I was strong.
Just give me a headcount and I'll be gone before too long.
Sure, I thought we'd all help out.
What's a pocket full of change to loneliness and or a way out?

So I ride a bison through Golden Gate Park.
Running through the grass.
Dancing in the dark.

Cross the desert in a holy house.
Trample through the sand,
Never make a sound.

But I can't call a cab.
I don't understand!
I can't feel my legs.
I don't understand!
I can't say a word.
I don't understand!
Please help, I don't understand.

If I ever speak again,
Don't know what I will say to you.
You make me want to see the world,
But I don't want to leave your room.

I'm two years old strapped to the back seat.
Sweat drips off the toes of my baby feet.
The heat increases and my arms are locked in.
My stomach turns and the expulsion begins.
But the words get stuck at the back of my throat.
The dive head-first back into my soul.
Where a scared little boy hides in the flaps.
The reflex begins and my ribs collapse.

Now that I can speak again,
I just don't know what to say.
I'd kind of like to see my friends,
But I may never leave this place

Voe na Parede

Naveguei para o meu próprio buraco,
Tenho uma vista impressionante
De tudo que não consigo controlar.

É isolado, mas as paredes são frias.
Um pé no chão.
Um olho na porta.

É, eu pensei que era forte.
Só me dê uma contagem e eu vou embora antes que demore muito.
Claro, eu pensei que todos iríamos ajudar.
O que é um bolso cheio de trocados para a solidão ou uma saída?

Então eu ando em um bisão pelo Parque Golden Gate.
Correndo pela grama.
Dançando no escuro.

Atravesso o deserto em uma casa sagrada.
Pisando na areia,
Nunca faço barulho.

Mas eu não consigo chamar um táxi.
Eu não entendo!
Não consigo sentir minhas pernas.
Eu não entendo!
Não consigo dizer uma palavra.
Eu não entendo!
Por favor, ajude, eu não entendo.

Se eu algum dia falar de novo,
Não sei o que vou te dizer.
Você me faz querer ver o mundo,
Mas eu não quero sair do seu quarto.

Eu tenho dois anos, preso no banco de trás.
O suor escorre dos dedos dos meus pezinhos.
O calor aumenta e meus braços estão presos.
Meu estômago revira e a expulsão começa.
Mas as palavras ficam presas na minha garganta.
O mergulho de cabeça de volta na minha alma.
Onde um garotinho assustado se esconde nas dobras.
O reflexo começa e minhas costelas colapsam.

Agora que posso falar de novo,
Eu só não sei o que dizer.
Eu meio que gostaria de ver meus amigos,
Mas talvez eu nunca saia desse lugar.

Composição: Eric Frederic