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Attaluzasen

Falsete Cósmico

Ataluzasen

Si alguna vez
Sentiste el fin
Tocando a tu puerta
Y no lo ves

Haces que la lira
Cante mucho antes que la ira
El velo de tu noche se cayo
Yo lo vi desvanecerse frente al sol

Vi amanecer desde la colina
Que alcalina la suerte de hoy
Y soy eterno expectador
Del duelo celestial

La trampa de los días se desvelo
Lo que se sobreentendía, ya no es verdad
Tu alma esgrimió el cielo con su estrella
Y se vio obligada a partir con la luz de luna
Alma de cartón (alma de cartón)
Húmedo que cae sobre el mármol
No te vayas más allá del rastro de mi corazón

Si alguna vez probaste en mí
Miel en tu alma y ser
Cual golondrina que baila en tu piel
Criptico cipres de los hambrientos
Tallado en tu cuero se haya mi santo grial

Una vez yo vole entre soles
Desde allí pude ver tu casa en colores
Y me cegó esa visión de amor
Y me cegó esa visión de amor
Y me cegó esa visión de amor

Si alguna vez sentiste el fin

Attaluzasen

Se alguma vez
Você sentiu o fim
Tocando sua porta
E você não vê isso

Você faz a lyria
Cante muito antes da raiva
O véu da sua noite caiu
Eu o vi desaparecer diante do sol

Eu vi o nascer do sol da colina
Isso elevará a sorte de hoje
E eu sou um espectador eterno
Do duelo celestial

A armadilha dos dias revelados
O que foi compreendido, já não é verdade
Sua alma dominou o céu com sua estrela
E ela foi forçada a sair com a luz
De um núcleo de cartão (núcleo de cartão)
Molhado que cai no mármore
Não vá além do vestígio do meu coração

Se você já tentou em mim
Mel na sua alma
E eu sei qual promessa danças em sua pele
Críticos simples da fome
Esculpido em seu couro, meu santo Graal

Uma vez que chorei entre sóis
De lá, pude ver a sua casa em cores
E essa visão de amor me cegou
E essa visão de amor me cegou
E essa visão de amor me cegou

Se você já sentiu o fim

Composição: Lucas Cavanna, Valentin Cremona, Azul Schenquerman