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Ervas do Declínio

Farsot

Erbe Des Untergangs

Endlose nacht. der heimat boden von schatten umwoben,
Der himmel von des nebels zartem kleid benetzt.
Finst're schreie verhallen in der ferne.
Der duft von verwesung reizt die sinne.

Aber als des verderbens siegen nahte,
Als stille schon so ewig schien,
Gebahr die nacht ein letztes leben -
Ein leben so kalt und grabesnah.

Doch schien widerstand gar unerreichbar,
Als wenn boeen steinern' fels zermuerbten.
Welch zweck braechte doch ein hilflos' herzschlag -
Im kampf um raum und zeit.

Im widerstand lag jedoch die kraft,
Welche staerker als waffenkampf -
Siegend - den weg bestritt.
Geloest vom glauben und stur im handeln.
Das kleine leben, es blieb an seinem ort.

Ervas do Declínio

Noite sem fim. A terra natal envolta em sombras,
O céu banhado pelo suave manto da névoa.
Gritos sombrios ecoam à distância.
O cheiro de decomposição aguça os sentidos.

Mas quando a vitória da destruição se aproximou,
Quando o silêncio já parecia eterno,
A noite deu à luz uma última vida -
Uma vida tão fria e próxima do túmulo.

Mas a resistência parecia tão inalcançável,
Como se as ondas desgastassem uma rocha de pedra.
Qual seria o propósito de um coração impotente -
Na luta por espaço e tempo.

Na resistência, porém, estava a força,
Que era mais poderosa que a batalha armada -
Vencendo - trilhava o caminho.
Liberado da fé e obstinado na ação.
A pequena vida permaneceu em seu lugar.

Composição: