Stillsand
Zehrende stille begleitet mein klaegliches sein.
Ein farblos' schatten im kontinuum der zeit.
Zerreissende leere zerfrisst meine seele -
Zwingt das morbide dasein zum stillstand.
Mein herz schlaegt kraftlos einher.
Suchend nach dem zweck der existenz.
Ein gesichtloser leib - wartend auf erloesung,
Getraenkt in materie aus stupiditaet.
Die schwaeche meines wesens fordert ewige kaelte,
Gewonnen der kampf gegen die sinnlosigkeit.
Der gebrechlichkeit ist mein koerper entronnen -
An freiheit labend beginnt - latent - mein wahres leben.
Areias Movediças
Um silêncio que consome acompanha meu ser lamentável.
Uma sombra sem cor no contínuo do tempo.
Um vazio que rasga devora minha alma -
Forçando a existência mórbida a parar.
Meu coração bate sem força.
Procurando o propósito da existência.
Um corpo sem rosto - esperando pela redenção,
Encharcado em matéria de estupidez.
A fraqueza do meu ser exige um frio eterno,
Ganhando a luta contra a falta de sentido.
Da fragilidade meu corpo escapou -
Ao saborear a liberdade - começa - latente - minha verdadeira vida.