Meu Eu Endurecido
Brasas inertes ardem
Presságios inquietantes
Presságios hostis
Minha mente, cuidado
Aqui não há sopro de vida
Nem fim à vista
Liberado para a noite
Meu eu endurecido
Aflito para sempre
Descendo ao desespero
Ainda sem saber
Minha alma então queimada
Aqui não há sopro de vida
Nem fim à vista
Liberado para a noite
Meu eu endurecido
Pensamentos emaranhados refletem
Uma natureza desconhecida
Uma criatura desesperada
Este aspecto torturado
Pensamentos emaranhados refletem
Uma natureza desconhecida
Uma criatura desesperada
Este aspecto torturado
Aqui não há sopro de vida
Nem fim à vista
Liberado para a noite
Meu eu endurecido
Inocência sem amarras
Sonho sombrio concretizado
A noiva escolhida da meia-noite
Meu revenante encontrado
Onde não há sopro de vida
Os endurecidos habitam
Onde não há sopro de vida
Os endurecidos habitam