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Que a procrastinação!

Fe de Ratas

¡que Desidia!

Asombro, perplejidad, me dejaste boquiabierto,
si los remos dejas sueltos vas donde te lleve el viento,
pides a la soledad que tome el camino opuesto,
cada uno a su manera vivirá su propio infierno...

Que dejo atrás tus lamentos como quieres que te diga,
que bailo al borde3 del abismo,
que nadie puede robarme mi intención de seguir vivo,
que la ilusión va por delante...

Y seguir por compasión ¡Qué desidia!
Traicionándose a uno mismo para acabar perdido
en la cuenta atrás del mísero sendero,
donde poco a poco se esfuman los sueños...

Anoche volví a soñar, como cuando lo recuerdo,
la esperanza muy despacio mi mano cogió con tiento,
encontré la eternidad donde solo hubo un momento,
desperté de aquel letargo, recogí la baba a tiempo...

Y el frío hiela mi sangre cuando vuelvo a ver el día,
pero me alienta la soberbia,
o en un funesto mañana me da por reírme de todo
y enseño el dedo a mi destino...

Y seguir por compasión, ¡Qué desidia!
Traicionándose a uno mismo para acabar perdido,
para degenerar, para morir viviendo,
cuando te des cuenta te estarás hundiendo...

Que a procrastinação!

Espanto, perplexidade, me deixou sem palavras,
se você deixar soltos os remos indo onde o vento leva,
pedir para a solidão a tomar o caminho inverso,
cada um em seu caminho ele vai viver seu próprio inferno ...

Deixo atrás de seus arrependimentos e quer que eu diga,
Eu danço para borde3 o abismo,
ninguém pode roubar a minha intenção de permanecer vivo,
que a ilusão é em frente ...

Seguido com descuido compaixão quê!
Traindo-se a acabar perdido
na contagem regressiva para o caminho miserável,
que gradualmente se desvanece o sonho ...

Na noite passada eu sonhei, como quando eu me lembro,
esperança lentamente pegou minha mão cautelosamente,
Eu encontrei a eternidade onde só havia um momento,
Acordei daquele sono, eu peguei a baba a tempo ...

E o frio congela meu sangue quando eu vejo o dia,
mas tenho orgulho incentivado,
ou em uma fatídica manhã eu começo a rir de tudo
e mostrou o dedo para o meu destino ...

Seguido com compaixão, o que negligência!
Traindo-se a acabar perdido
a degenerar, para morrer vivo,
quando você percebe que vai estar afundando ...

Composição: