All That Remains
Powerlines... steel webs confine, violating the brownish sky.
Hard grey smothers, earth, like cancer. Cracks revealing, ground below
Broken and bleeding
every seed, every stone.
I've heard the promise, I feel hunger, I realize. As time creeps over me
and days are torn away.
There are no answers only bitter lies, the only voice I'm believing
is the
beckoning blade.
I know the feeling the loss of control
voice of reason slips away
eyes staring back at me
so dark so cold
reflecting all the remains.
I know the enslaver.
I taste its pison... feel its sting deep inside.
It has no answer, only bitter lies but its voice I'm hearing,
Keeps calling my name.
Who can tell the torture of the soul?
Is it wrong... tell me is it wrong... to close your eyes... to sleep
forever?
I know the feeling the loss of control
voice of reason slips away
eyes staring back at me
so dark so cold
reflecting all the remains.
Tudo que Permanece
Linhas de energia... teias de aço me cercam, violando o céu acastanhado.
Cinza duro sufoca, a terra, como um câncer. Fissuras revelando, o chão abaixo
Quebrado e sangrando
toda semente, toda pedra.
Eu ouvi a promessa, sinto fome, percebo. Enquanto o tempo se arrasta sobre mim
e os dias são arrancados.
Não há respostas, apenas mentiras amargas, a única voz em que acredito
é a
lâmina chamativa.
Eu conheço a sensação da perda de controle
a voz da razão escorrega
olhos me encarando
tão escuros, tão frios
refletindo tudo que permanece.
Eu conheço o escravizador.
Eu sinto seu veneno... sinto sua picada bem dentro.
Não tem resposta, apenas mentiras amargas, mas sua voz eu escuto,
continua chamando meu nome.
Quem pode contar a tortura da alma?
É errado... me diga, é errado... fechar os olhos... para dormir
para sempre?
Eu conheço a sensação da perda de controle
a voz da razão escorrega
olhos me encarando
tão escuros, tão frios
refletindo tudo que permanece.