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Na Minha Memória

Fémina

En Mi Memoria

No hay frontera, es invisible
Infinita Bandera
No hay frontera, es invisible
Infinita Bandera

No hay frontera, es invisible
Infinita Bandera
No hay frontera, es invisible
Infinita Bandera

Cuerpo en acción, dos pasos y el origen de todo
Crezco y de la mano pertenezco
En mi memoria, en mi memoria
En mi memoria tu voz enciende la mía

Juego a ser otro para sentir lo que respira
Juego a ser otro para sentir
Juego a ser otro para sentir lo que respira
Juego a ser otro para sentir

No han matado, con sus armas, mi causa de amor invencible
Busco la identidad en mi memoria, como el aire invisible
Atravieso la frontera para poder decir lo indecible
Infinita es mi bandera, como mi lucha y tu cuerpo imprescindible

Del mundo de arriba al de abajo, hay un encuentro en el centro
Lo que canto, lo que danzo, tiene su origen adentro
Del mundo de arriba al de abajo, hay un encuentro en el centro
Lo que canto, lo que danzo, lo que pienso

Venís con raíz, marcando en la historia una cicatriz
Es matriz del movimiento, el sentimiento
Brota en la canción un corazón despierto
Miento si no siento. Suelto si mi pensar lo vuelvo bienestar

Y bienestar es compartir con los demás todo
Todo lo que somos son los otros, nosotros todos nos pertenecemos
Así debemos salir de la piel, nadar en papel
Mentes juntas suenan más fuerte

En mi memoria, en mi memoria
En mi memoria tu voz enciende la mía
En mi memoria, en mi memoria
En mi memoria tu voz enciende la mía
En mi memoria, en mi memoria
En mi memoria tu voz enciende la mía

Na Minha Memória

Não há fronteira, é invisível
Bandeira infinita
Não há fronteira, é invisível
Bandeira infinita

Não há fronteira, é invisível
Bandeira infinita
Não há fronteira, é invisível
Bandeira infinita

Corpo em ação, dois passos e a origem de tudo
Cresço e de mãos dadas pertenço
Na minha memória, na minha memória
Na minha memória sua voz acende a minha

Brinco de ser outro para sentir o que respira
Brinco de ser outro para sentir
Brinco de ser outro para sentir o que respira
Brinco de ser outro para sentir

Não mataram, com suas armas, minha causa de amor invencível
Busco a identidade em minha memória, como o ar invisível
Atravesso a fronteira para poder dizer o indizível
Infinita é minha bandeira, como minha luta e seu corpo imprescindível

Do mundo de cima ao de baixo, há um encontro no centro
O que canto, o que danço, tem sua origem dentro
Do mundo de cima ao de baixo, há um encontro no centro
O que canto, o que danço, o que penso

Você vem com raiz, marcando na história uma cicatriz
É matriz do movimento, o sentimento
Brotando na canção um coração desperto
Minto se não sinto. Solto se meu pensar o transformo em bem-estar

E bem-estar é compartilhar com os outros tudo
Tudo o que somos são os outros, nós todos pertencemos
Assim devemos sair da pele, nadar no papel
Mentes juntas soam mais alto

Na minha memória, na minha memória
Na minha memória sua voz acende a minha
Na minha memória, na minha memória
Na minha memória sua voz acende a minha
Na minha memória, na minha memória
Na minha memória sua voz acende a minha

Composição: Femina / Sara Hebe