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Eu (caminho)

Fen

I (Pathway)

All will fall
All will sink
All will drown
All will fade with time

I scan the horizon
Watching, waiting
To gaze upon the grey spine of the cathedral spire
Piercing the clouds that swathe this blasted horizon
A totem of the permanence within this fog laden expanse

Eternal I am, yet each tread
On these desolate soils
And through these banks of rearing sedge
Enervate me ever further
The ghostly breath of winter enshrouds
Reaper - Harvester
Scourer of essence
The inevitable embrace whispers from an endpoint yet to be

Rotten wings spread with a torpid snap
A roiling howl that promises only a bouquet of woe
Gathering in volume, a colossal choir builds
Unearthly presence bleeds shadow over a broken landscape

Mists unfurl in a tide of unspoken promises
Supplicating embrace of ten thousand forgotten threnodies
Yet I can hear them... Each and every one
Wordless these paeans to harrowed incarnation

Silence Raised to a deafening roar that shreds the senses
Eyes and ears forced shut, I revel in abnegation
And let my soul-sense wander

Slithering bent fingers of gelid ghostliness
Probe the blackened slopes of that stoic island
Tomb or temple? Only the dead can know
Their unrelenting mantra unveils naught save timeless prophecy

And still these wretched revenants whisper

All will fall
All will sink
All will drown
All will fade with time

Eu (caminho)

Tudo cairá
Todos vão afundar
Tudo vai se afogar
Tudo vai desaparecer com o tempo

Eu examino o horizonte
Assistindo, esperando
Para contemplar a espinha cinzenta da torre da catedral
Perfurando as nuvens que cobrem este horizonte destruído
Um totem da permanência dentro desta extensão de névoa carregada

Eterna eu sou, mas cada passo
Nestes solos desolados
E através destes bancos de junça de criação
Enervate-me cada vez mais
O sopro fantasmagórico do inverno enshrouds
Ceifeira - Colheitadeira
Polidor de essência
O abraço inevitável sussurra de um ponto final ainda a ser

Asas podres espalhadas com um estalo entorpecido
Um uivo estridente que promete apenas um buquê de aflições
Reunindo em volume, um coro colossal constrói
Presença sobrenatural sangra a sombra sobre uma paisagem quebrada

As névoas se abrem em uma onda de promessas não ditas
Suplicando abraço de dez mil ídquios esquecidos
Ainda posso ouvi-los ... Todos e cada um
Sem palavras estes paeans a encarnação angustiada

Silêncio Criado para um rugido ensurdecedor que destrói os sentidos
Olhos e ouvidos forçados a fechar, eu me delicio com a abnegação
E deixe meu senso de alma vagar

Deslizando os dedos curvados da fantasmagoria gelada
Sondar as encostas enegrecidas daquela ilha estóica
Túmulo ou templo? Apenas os mortos podem saber
Seu mantra implacável não revela nada, exceto a profecia atemporal

E ainda esses assombrados fantasmas sussurram

Tudo cairá
Todos vão afundar
Tudo vai se afogar
Tudo vai desaparecer com o tempo

Composição: