Não há quem diga: Curo a mim mesmo
Não há quem ordene à fome que se vá
Quem pode habitar sem muros ou cercas?
Sem a Tua mão, o que restará?
Quem tentou viver no próprio domínio
Conheceu prisões ou desceu à cova
Pois sem o Teu sopro não haveria fé
Nem força ou coragem nos dias de outrora
O adormecer e o despertar vêm de Ti
Recolhe e devolve o espírito
Enche e esvazia os sepulcros
Somente pro Teu louvor, Santo e Infinito!
Não há nação, não há descrença
Que limite o Teu agir, que afaste Sua presença
Sem fé, a desconfiança seria o único reino
Ninguém comeria do pão de um estranho
Mas Tu és a ordem, Tu és o progresso
O Pastor que guia o Seu rebanho
Conheces o homem antes do nascimento
Todo o poder ao Filho foi dado
Se tudo o que me envolve não vem de mim
Qual o sentido de ter sido criado?
O adormecer e o despertar vêm de Ti
Recolhe e devolve o espírito
Enche e esvazia os sepulcros
Somente pro Teu louvor, Santo e Infinito!
Não há nação, não há descrença
Que limite o Teu agir, que afaste Sua presença
Nascemos da Tua glória
Vivemos pra plantar e colher
Morremos para finalmente Te encontrar
Mas a desobediência e a falta de saber
Podem a herança do homem roubar!
Não compareça desarmado ao acusador
Pois só quem tem a Palavra, sairá vencedor!
Quem tem a Palavra
Lutará e sairá vencedor!
Conhecerá, então, a verdadeira vida
Jamais morrerá, pois a luz te guiará
No Teu controle e juízo, eu descansarei
Aos Teus pés, Senhor
Rei dos reis