Apparition
Doomed to walk the earth alone
I've lived as a Specter with disdainful thoughts of life
For the dead can never hurt you
Fear the ones that dwell among the light
Dead but not allowed to die
Alive as good as dead
Forgotten are the memories that once filled your head
Hang me from the highest tree
Hang me from the highest tree
Sear me, wreckage of flesh I burn for thee
No tears don't mourn for me
Hang me from the highest tree
Wreckage of flesh I burn for thee
I shoot you into my veins once again hoping to feel the light of the sun
The choirs sing songs about the end in hopes that they may live again
Left alive long enough to drain my last breath
This is a fate more miserable than death
Just let me cease to exist
Built for dissection, I was born to lose
This weight has sought to bury me
I'm trapped here in this tomb
Faint screams of desperation, my cries go ignored
Into the void, submerge myself in darkness
I am master of blight, fear all life
The dead can never hurt you
Fear the ones that dwell in the light
I shoot you into my veins once again, hoping to feel the light of the sun
aparência
Condenado a andar sozinho na terra
Eu vivi como um espectro com pensamentos desdenhosos da vida
Pois os mortos nunca podem te machucar
Teme os que habitam entre a luz
Morto, mas não permitido morrer
Vivo tão bom quanto morto
Esquecidas são as memórias que uma vez encheram sua cabeça
Me pendure da árvore mais alta
Me pendure da árvore mais alta
Sear-me, destroços de carne eu queimo por ti
Nenhuma lágrima não chora por mim
Me pendure da árvore mais alta
Destroços de carne eu queimo por ti
Eu atiro em minhas veias mais uma vez na esperança de sentir a luz do sol
Os coros cantam canções sobre o fim na esperança de que possam viver novamente
Deixado vivo o tempo suficiente para drenar meu último suspiro
Este é um destino mais miserável que a morte
Apenas deixe-me deixar de existir
Construído para dissecação, nasci para perder
Esse peso procurou me enterrar
Eu estou preso aqui neste túmulo
Gritos de desespero, meus gritos são ignorados
No vazio, submergir na escuridão
Eu sou mestre da praga, temo toda a vida
Os mortos nunca podem te machucar
Teme os que moram na luz
Eu atiro em minhas veias mais uma vez, na esperança de sentir a luz do sol