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Magnetismo

Fission

Magnetism

The flow of electrons aboard the compass
Tweaking the needle towards hell
Where the confluent harmony turns to fuzz
By field lines of anguish that encircle the cells

The neurons and the nerves
Depression colour's it's canvas
Inside the thinking canals, like curves
Magnetic waves wrap it's was

Like a sun from a distant universe
That burns down my soul
I suffer dejection's eternal curse
At it rules the corridors of my nole

I'm a magnet to emptiness
And I can't change the polarity
Attracting the drakness
Beyond the boundaries of modicity

As a dynamo for uncontrolled hate
Both rotator and stator
Storing the emotions in a mental crate
Swallowed by depression's generator

I am the engine and the turbine
For atrabilious accidents
I am privation divine
Molded by an ignitable element

By stars from a violent universe
As they sleep withing my soul
Pulling down an infinite curse
Into the coridors of my nole

I'm a magnet to emptiness
And I can't change the polarity
Attracting the drakness
Beyond the boundaries of modicity

As a dynamo for uncontrolled hate
Both rotator and stator
Storing the emotions in a mental crate
Swallowed by depression's generator

Magnetismo

O fluxo de elétrons no compasso
Ajustando a agulha pro inferno
Onde a harmonia conflui e vira confusão
Por linhas de campo de angústia que cercam as células

Os neurônios e os nervos
A depressão pinta seu quadro
Dentro dos canais de pensamento, como curvas
Ondas magnéticas envolvem seu caminho

Como um sol de um universo distante
Que queima minha alma
Sofro a eterna maldição da decepção
Enquanto ela domina os corredores do meu ser

Sou um ímã para o vazio
E não consigo mudar a polaridade
Atraindo a escuridão
Além dos limites da modicidade

Como um dínamo de ódio descontrolado
Tanto rotor quanto estator
Armazenando emoções em uma caixa mental
Engolido pelo gerador da depressão

Eu sou o motor e a turbina
Para acidentes atrabiliosos
Sou a privação divina
Moldado por um elemento inflamável

Por estrelas de um universo violento
Enquanto dormem dentro da minha alma
Puxando pra baixo uma maldição infinita
Para os corredores do meu ser

Sou um ímã para o vazio
E não consigo mudar a polaridade
Atraindo a escuridão
Além dos limites da modicidade

Como um dínamo de ódio descontrolado
Tanto rotor quanto estator
Armazenando emoções em uma caixa mental
Engolido pelo gerador da depressão

Composição: Andreas Hedlund / Benny Hagglund