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Números em vermelho

Fisura Nativa

Números En Rojo

Caigo a veinte esquinas de amores sanos
Muero a cinco vidas de ser un santo
Arrastro mis huellas a esos bares sabios
Para enterrar viejos pecados

Me rindo a dos copas de aquel mismo llanto
Festejo en mares de vinos picados
Aunque corra cien calles
Un poco borracho mujer
Vas a reírte quizás al escucharme decir

Si volás vuelo yo si caes ahí estoy
Un colgado haragán, tramposo y rezongón
Que a veces si a veces no ya sabes como soy
Pero al menos hoy no mastiques lo que quedo
Algo quedó

Diez curdas invicto, terco y desvelado
Las horas se pasan y sigo estaqueado a un rincón

Amago a no verte
Me enredo en mis pasos
Hablando solo estoy y ni yo me quiero escuchar
Sin fé me repetís
‘Los perros como vos siempre ladran igual’
(Estribo)
Bajo la sombra de un sauce llorón
Yace despunado un gallo
Que al alba despotricó
Cuando me levante
Si te he visto
No me acuerdo

Números em vermelho

Eu caio em vinte cantos de amores saudáveis
Eu morro a cinco vidas de ser um santo
Eu arrasto minhas faixas para aqueles sábios bares
Para enterrar pecados antigos

Eu desisto dois copos desse mesmo grito
Celebração em mares de vinhos picados
Mesmo que eu corra cem ruas
Uma mulher bêbada
Você vai rir talvez quando me ouvir dizer

Se você voar, eu voo se eu estiver lá
A fome preguiçoso, trapaceiro e resmungar
Que às vezes se você não sabe como eu sou
Mas pelo menos não mastigue o que resta hoje
Algo foi deixado

Dez curdos invictos, teimosos e revelados
As horas passam e eu ainda estou preso em um canto

Eu amo não te ver
Eu me envolvo em meus passos
Falando sozinho eu sou e eu não quero me ouvir
Sem fé você me repete
'Cães como você sempre latem da mesma forma'
(Estribo)
Sob a sombra de um salgueiro-chorão
Um galo está deitado
Que no alvorecer se alastrou
Quando me levantar
Sim eu vi você
Não me lembro

Composição: