De Tu Cerro a Mi Ventana
Hoy recuerdo aquella vez, mariposas para ver
Tu frente en alto, te estoy mirando
Me dices cosas y yo te canto
Luego vino el caminar, las promesas, el andar
Calles sin rumbo, es nuestro el mundo
Una belleza en lo profundo
Maravillas de atardecer, dentro del pecho una mujer
Toda la historia se quiere detener
Guardo un regalo para tí
Está enterrado en mi jardín
Dos lagartijas de un rojo carmesí, para ti
Nuestro cero anuncia que
En la tarde va a llover
Y son tus ojos, están llorando
Un cuento corto, va terminando
Cual silueta se presenta, como un gato en madrugada
Y es tu fantasma, suave nostalgia
De una mañana, en tu garganta
Noches tranquilas caminar
Vidrios mojados a tu andar
Las horas vuelan de largo en soledad
La ultima vez que me perdí, miré hacia el cielo y no te vi
A mi ventana llegaste con el día con el día
De sua colina para minha janela
Hoje eu lembro daquela vez, borboletas pra ver
Sua testa para cima, estou olhando para você
Você me diz coisas e eu canto para você
Então veio a caminhada, as promessas, a caminhada
Ruas sem direção, o mundo é nosso
Uma beleza no fundo
Maravilhas do pôr do sol, dentro do peito uma mulher
A história toda quer parar
Eu guardo um presente para você
Ele está enterrado no meu jardim
Dois lagartos de um vermelho carmesim, para você
Nosso zero anuncia que
De tarde vai chover
E eles são seus olhos, eles estão chorando
Uma pequena história está terminando
Que silhueta é apresentada, como um gato no início da manhã
E é seu fantasma, nostalgia suave
Em uma manhã, na sua garganta
Noites tranquilas a pé
Óculos molhados para o seu passo
Horas voam longas em solidão
A última vez que me perdi, olhei para o céu e não vi você
Para minha janela você chegou com o dia com o dia