Fistful Of Sand
Up from the sands of the mighty sahara comes,
Our hero bold, who so it's told,
Is a lot like you and me.
His passion burns, the world it turns,
He fills his hand to fill the void,
And fuels the constant feeling,
Of nothingness inside his soul.
Feels like nothing ever did.
Kills like nothing ever could.
Dark and jaded world i hated,
Everything i left behind.
I don't need you, and i don't want you,
World that left me blind.
Beneath the sands of the mighty sahara lies,
Buried treasure sunken deep,
In darkened tombs where dead men sleep.
Gold fills hands, or is it sand,
The same that covers everything?
Where cities stood, soon deserts found,
Now sink beneath the swelling ground.
Feels like nothing ever did.
Kills like nothing ever could.
Dark and jaded world i hated,
Everything i left behind.
I don't need you, and i don't want you,
World that left me blind.
This world is for the taking,
This world is suffocating.
Plastic bags of novacain,
Some pcp to kill the pain.
Build a tomb to store your rust,
Moth-eaten piles of blowing dust.
Under the sands of the mighty sahara,
Goes our hero bold, in seach of gold,
A casket for a dying world.
Our hero stands, wealth in hand,
The prize for his endeavors.
The masses cheer, to hide their fears
That no man lives forever.
Feels like nothing ever did.
Kills like nothing ever could.
Dark and jaded world i hated,
Everything i left behind.
I don't want you, and i don't need you,
Punhado de Areia
Das areias do grande Sahara vem,
Nosso herói audaz, que dizem ser,
Muito parecido com você e eu.
Sua paixão arde, o mundo gira,
Ele enche a mão pra preencher o vazio,
E alimenta a constante sensação,
De nada dentro de sua alma.
Parece que nada nunca fez.
Mata como nada nunca poderia.
Mundo escuro e desgastado que eu odiei,
Tudo que deixei pra trás.
Eu não preciso de você, e eu não quero você,
Mundo que me deixou cego.
Debaixo das areias do grande Sahara jaz,
Um tesouro enterrado bem profundo,
Em tumbas escuras onde homens mortos dormem.
Ouro enche as mãos, ou é areia,
A mesma que cobre tudo?
Onde cidades estavam, logo desertos acharam,
Agora afundam sob o solo crescente.
Parece que nada nunca fez.
Mata como nada nunca poderia.
Mundo escuro e desgastado que eu odiei,
Tudo que deixei pra trás.
Eu não preciso de você, e eu não quero você,
Mundo que me deixou cego.
Este mundo é pra ser tomado,
Este mundo está sufocando.
Sacolas plásticas de novocaína,
Um pouco de pcp pra matar a dor.
Construa uma tumba pra guardar sua ferrugem,
Montes de poeira que sopram.
Sob as areias do grande Sahara,
Vai nosso herói audaz, em busca de ouro,
Um caixão para um mundo moribundo.
Nosso herói se ergue, riqueza na mão,
O prêmio por seus esforços.
As massas aplaudem, pra esconder seus medos
Que nenhum homem vive pra sempre.
Parece que nada nunca fez.
Mata como nada nunca poderia.
Mundo escuro e desgastado que eu odiei,
Tudo que deixei pra trás.
Eu não quero você, e eu não preciso de você,
Composição: Dennis Culp / Reese Roper