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Desde a Trincheira

Flans

Desde La Trinchera

Él tenía diecinueve años
Ella dieciséis, y ambos se querían
Pero un día a él se lo llevaron
Decidieron que su amor terminarían

Lo llevaron a jugar, con metrallas de verdad
Y ella no sabe, que él no volverá

Desde la trinchera yo te escribo (uoh)
Entre la miseria y entre el frío (uoh)
No sería justo amor, que me esperes otra vez
Olvídame, olvídame

Él descansa en un campo minado, uoh
Ha crecido hierba por entre sus manos

Ella espera en el andén, a que llegue el primer tren
Pero no sabe, que él no volverá

Desde la trinchera yo te escribo (uoh)
Entre la miseria y entre el frío
No sería justo amor, que me esperes otra vez
Olvídame

Desde la trinchera yo te escribo
Entre la miseria y entre el frío
No sería justo amor, que me esperes otra vez
Olvídame, olvídame

Desde la trinchera yo te escribo (uoh)
Entre la miseria y entre el frío
No sería justo amor, que me esperes otra vez
Olvídame, olvídame

Desde la trinchera yo te escribo

Desde a Trincheira

Ele tinha dezenove anos
Ela dezesseis, e os dois se amavam
Mas um dia levaram ele embora
Decidiram que o amor deles ia acabar

Levaram ele pra lutar, com balas de verdade
E ela não sabe, que ele não vai voltar

Desde a trincheira eu te escrevo (uoh)
Entre a miséria e o frio (uoh)
Não seria justo, amor, que você me esperasse outra vez
Esquece de mim, esquece de mim

Ele descansa em um campo minado, uoh
Cresceu grama entre suas mãos

Ela espera na plataforma, pelo primeiro trem
Mas não sabe, que ele não vai voltar

Desde a trincheira eu te escrevo (uoh)
Entre a miséria e o frio
Não seria justo, amor, que você me esperasse outra vez
Esquece de mim

Desde a trincheira eu te escrevo
Entre a miséria e o frio
Não seria justo, amor, que você me esperasse outra vez
Esquece de mim, esquece de mim

Desde a trincheira eu te escrevo (uoh)
Entre a miséria e o frio
Não seria justo, amor, que você me esperasse outra vez
Esquece de mim, esquece de mim

Desde a trincheira eu te escrevo

Composição: J. Monarrez-Carlos Lara