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Batizado No Trono do Demônio

Flesh

Baptised On The Demon's Throne

Vermin of the black wings of death
Crawls the way to solitude in hell
Hand in hand with demons on the throne
He purify himself through their blood in the soil
Vindicates his flesh in the abyss of the dark
Travels into wisdom, fading away

(Chorus)
Baptised on the Demon's throne

Purify yourself in their blood
Submit to darkness for eternity

A battle in the past with the raped bleeding angels
A collision in belief, trail of deceit
The end of an era in lightness perverse
Freeze the time and love the dead with sickness and obscurity
See the gates wide open, welcomes you with open arms
Rotten flesh in harmony, fade into morbidity

(Chorus)

As I see my own funeral I know that my travel will begin
Feasting on my new found evil
Fading into darkness, greeted by the dead
Through the cemetery I must go
Finding my grave, blessed by the pestilence
I digg my way through the freezing ground
I smash the coffin and open my grave

A battle in the past with the raped bleeding angels
A collision in belief, trail of deceit
The end of an era in lightness perverse
Freeze the time and love the dead with sickness and obscurity
See the gates wide open, welcomes you with open arms
Rotten flesh in harmony, fade into morbidity

(Chorus)

Purify yourself in their blood
Submit to darkness for eternity

Batizado No Trono do Demônio

Pragas das asas negras da morte
Rastejam o caminho para a solidão no inferno
De mãos dadas com demônios no trono
Ele se purifica através do sangue deles no solo
Vingança da sua carne no abismo do escuro
Viaja para a sabedoria, desaparecendo

(Refrão)
Batizado no trono do demônio

Purifique-se no sangue deles
Submeta-se à escuridão por toda a eternidade

Uma batalha no passado com os anjos estuprados e sangrando
Uma colisão na crença, rastro de engano
O fim de uma era na leveza perversa
Congela o tempo e ama os mortos com doença e obscuridade
Veja os portões escancarados, te recebem de braços abertos
Carne podre em harmonia, desvanecendo-se na morbidez

(Refrão)

Enquanto vejo meu próprio funeral, sei que minha jornada vai começar
Devorando meu novo mal encontrado
Desvanecendo na escuridão, saudado pelos mortos
Através do cemitério eu devo ir
Encontrando minha sepultura, abençoada pela peste
Cavo meu caminho através do solo congelante
Quebro o caixão e abro minha cova

Uma batalha no passado com os anjos estuprados e sangrando
Uma colisão na crença, rastro de engano
O fim de uma era na leveza perversa
Congela o tempo e ama os mortos com doença e obscuridade
Veja os portões escancarados, te recebem de braços abertos
Carne podre em harmonia, desvanecendo-se na morbidez

(Refrão)

Purifique-se no sangue deles
Submeta-se à escuridão por toda a eternidade

Composição: