Forged In Blood
Forged in blood, raised in hell
Our souls, forever lost
Bodies feel the iron force
The anvil meets their flesh
Evil grabs the tortured souls
Of lives they did posess
Hatred inbetween unfolds
They're coming to distress
Our souls, forged in blood
By demons of the dead
Our mind, evilised
Abused to serve the bad
Our flesh, set to rot
To feed the ones below
Our blood starts to spill
And clense the sins we owe
Signs of death unto the wall
Bloodlines of the past
Creatures from the other side
The suffering is vast
Forged in blood, victimised
The truth depicts the lie
Lifeless bodies torturised
Slaves of flesh will die
Obey the sign of hell
Pounding into flesh
Breaking the morbid shell
And revel in their flesh
Condemned to bleed and rot
Crushing in despair
Forged in fucking evil blood
No one will ever care
From the cradle of the dark
Unleashed by the dead
Through the hands of evil hearts
Terror in our heads
From the cradle of the dark
Craving for our blood
From the depths of evil's mark
Forjados em Sangue
Forjados em sangue, criados no inferno
Nossas almas, para sempre perdidas
Corpos sentem a força do ferro
A bigorna encontra sua carne
O mal agarra as almas torturadas
Das vidas que possuíam
O ódio se desenrola entre eles
Estão vindo para nos atormentar
Nossas almas, forjadas em sangue
Por demônios dos mortos
Nossa mente, corrompida
Maltratada para servir ao mal
Nossa carne, destinada a apodrecer
Para alimentar os que estão abaixo
Nosso sangue começa a derramar
E purificar os pecados que devemos
Sinais de morte na parede
Linhas de sangue do passado
Criaturas do outro lado
O sofrimento é imenso
Forjados em sangue, vitimados
A verdade retrata a mentira
Corpos sem vida torturados
Escravos da carne vão morrer
Obedeça ao sinal do inferno
Martelando na carne
Quebrando a casca mórbida
E se deleitando em sua carne
Condenados a sangrar e apodrecer
Desmoronando em desespero
Forjados em sangue do caralho
Ninguém vai se importar
Do berço da escuridão
Liberados pelos mortos
Através das mãos de corações malignos
Terror em nossas cabeças
Do berço da escuridão
Ansiando por nosso sangue
Das profundezas da marca do mal