Satan Place
Lurchin' round the parking lot, a man possessed (of not a lot)
Skin and bones and rings and crown, legs reach right down to the ground
Swivel hips and loose lips. Stab the dagger, turn it round
His life's an open boo scribbled in his own blood
His constant companion always at hand
Makin' entries in his diary... the diary of SICK-MAN
Overcome by waves of lechery - one for you sixteen for me
Kill the monkey on his backhe kisses BIG, he kisses BLACK
Profile of neanderthalleaves his debris in the hall
Pushover furniture-barroom brawls... takin' notes from toilet walls
His victim screams - he has a ball
THE BIGGER THE HEAD THE HARDER THEY FALL
He lives a life of luxury, he lives a life of misery
The entries in his diary are the entries of SICK-MAN
His constant companion always at hand
Makin' entries in his diary... the diary of SICK-MAN
His pen's as mighty as his sword. Bites off more than he can afford
The torture-meister relishing - intimidating everything
Typewriter rhythms drowning the newly acquired insecurity
Gets in fightsstays up nightsrends and mends companion's tights
Forcin' symptoms of his own disease
A BOY FOR YOU, BLACK PLAGUE FOR ME
His constant companion always at hand
Makin' entries in his diary... the diary of SICK-MAN
His constant companion always at hand
Makin' entries in his diary... the diary of SICK-MAN
Blackheaded Blackguard with a blackjack
Laced his coffee with spoons of RATSAC
Hangs his trophies on walls of his place - hangs his carrots in front
of his face
Lust and greed has swallowed him - tearing limb from hymn to limb
He's worries how - he got a gun swallowed in his clammy hams
All he got for Christmas was a chip on his shoulder
And a constant reminder
Left c
Lugar do Satanás
Perambulando pelo estacionamento, um homem possuído (de pouco)
Pele e ossos, anéis e coroa, pernas que vão até o chão
Quadris rebolando e lábios soltos. Crava a adaga, gira ela
A vida dele é um livro aberto rabiscado com seu próprio sangue
Seu companheiro constante sempre à mão
Fazendo anotações em seu diário... o diário do HOMEM DOENTE
Dominado por ondas de luxúria - um pra você, dezesseis pra mim
Mata o macaco nas costas, ele beija o GRANDE, ele beija o NEGRO
Perfil de neandertal, deixa seu lixo no corredor
Móveis que caem, brigas de bar... anotando nas paredes do banheiro
Sua vítima grita - ele se diverte
QUANTO MAIOR A CABEÇA, MAIS DURO É A QUEDA
Ele vive uma vida de luxo, ele vive uma vida de miséria
As anotações em seu diário são as anotações do HOMEM DOENTE
Seu companheiro constante sempre à mão
Fazendo anotações em seu diário... o diário do HOMEM DOENTE
Sua caneta é tão poderosa quanto sua espada. Morde mais do que pode mastigar
O torturador se deliciando - intimidando tudo
Ritmos de máquina de escrever afogando a insegurança recém-adquirida
Entra em brigas, fica acordado à noite, rasga e conserta as meias do companheiro
Forçando sintomas de sua própria doença
UM GAROTO PRA VOCÊ, PESTE NEGRA PRA MIM
Seu companheiro constante sempre à mão
Fazendo anotações em seu diário... o diário do HOMEM DOENTE
Seu companheiro constante sempre à mão
Fazendo anotações em seu diário... o diário do HOMEM DOENTE
Cabrão de cabeça preta com um porrete
Misturou seu café com colheres de RATSAC
Pendura seus troféus nas paredes do seu lugar - pendura suas cenouras na frente
do seu rosto
Luxúria e ganância o engoliram - rasgando membro por membro
Ele se preocupa como - ele tem uma arma engolida em suas coxas úmidas
Tudo que ganhou de Natal foi um peso na consciência
E um lembrete constante
Deixou c
Composição: J.G. Thirlwell