CASTRO CAMBÓN (part. DommoBeats y Lisan Beat)
Y si preguntan como estoy
Estoy bien
Otro color pero siguen siendo de 100
Y si te hablan mal de mí decime quien
Tiene razón pero solo es la de él
Salimos de abajo esfuerzo y trabajo y si hoy festejamos es que nunca se dio
Ahora caemos llegamos miramos pagamos llevamos ya saben quien soy
Si me dejan yo me voy
Si lo tengo te lo doy
El que era ya no soy
Murió por ser lo que soy
Los de abajo le mandamos cumbia
Tu no sabes que es estar en la turbia
Me alumbraba de noche la Moonlight
Me bañaba de día la lluvia
Si Dios siempre ora por mi
Que me podría pasar
Lo que cante lo viví
No lo tuve que escuchar
Maldita pobrezaaa
Cuántas noche encerrado en mi pieza
La money quemó mi cabeza
Pero se que por algo se empieza
Yes
Maldita pobreza
Lo que digan de mi no me estresa
Yo se lo que hice pa salir de esa
Y te juro que no vuelvo a esa
Viviendo a un ritmo que no sé si banco pero voy al banco y no tengo patrón
Los jeanes que se me caen aunque al lado mío vaya un cinturón
Dicen que yo soy un santo pero cuando canto que soy un cabrón
Y aunque no ando en lambo ellas siguen pasando por Castro cambon
Y si preguntan como estoy
Estoy bien
Otro color pero siguen siendo de 100
Y si te hablan mal de mí decime quien
Tiene razón pero solo es la de él
Salimos de abajo esfuerzo y trabajo y si hoy festejamos es que nunca se dio
Ahora caemos llegamos miramos pagamos llevamos ya saben quien soy
Si me dejan yo me voy
Si lo tengo te lo doy
El que era ya no soy
Murió por ser lo que soy
Salimos de abajo esfuerzo y trabajo y si hoy festejamos es que nunca se dio
Ahora caemos llegamos miramos pagamos llevamos ya saben quien soy
Si me dejan yo me voy
Si lo tengo te lo doy
El que era ya no soy
Murió por ser lo que soy
CASTRO CAMBÓN (part. DommoBeats e Lisan Beat)
E se perguntarem como eu tô
Tô tranquilo
Outra cor, mas ainda sou de 100
E se falarem mal de mim, me diz quem
Tem razão, mas é só a dele
Saímos de baixo, esforço e trabalho, e se hoje festejamos é porque nunca rolou
Agora caímos, chegamos, olhamos, pagamos, já sabem quem eu sou
Se me deixarem, eu vou embora
Se eu tiver, eu te dou
Quem eu era já não sou mais
Morreu por ser quem eu sou
Os de baixo mandam cumbia
Tu não sabe o que é estar na bad
Me iluminava à noite a luz da lua
Me molhava de dia a chuva
Se Deus sempre ora por mim
O que poderia acontecer?
O que cantei eu vivi
Não precisei ouvir
Maldita pobrezaaa
Quantas noites trancado no meu quarto
A grana queimou minha cabeça
Mas sei que por algo se começa
É
Maldita pobreza
O que falam de mim não me estressa
Eu sei o que fiz pra sair dessa
E te juro que não volto pra isso
Vivendo a um ritmo que não sei se aguento, mas vou ao banco e não tenho patrão
As calças caem, mesmo com um cinto do lado
Dizem que eu sou um santo, mas quando canto, sou um cabrão
E mesmo não andando de lambo, elas continuam passando por Castro Cambón
E se perguntarem como eu tô
Tô tranquilo
Outra cor, mas ainda sou de 100
E se falarem mal de mim, me diz quem
Tem razão, mas é só a dele
Saímos de baixo, esforço e trabalho, e se hoje festejamos é porque nunca rolou
Agora caímos, chegamos, olhamos, pagamos, já sabem quem eu sou
Se me deixarem, eu vou embora
Se eu tiver, eu te dou
Quem eu era já não sou mais
Morreu por ser quem eu sou
Saímos de baixo, esforço e trabalho, e se hoje festejamos é porque nunca rolou
Agora caímos, chegamos, olhamos, pagamos, já sabem quem eu sou
Se me deixarem, eu vou embora
Se eu tiver, eu te dou
Quem eu era já não sou mais
Morreu por ser quem eu sou