Frerì
Narrerò d'altre lontane epoche
Chiusi là... In mondi d'oscurità
Vecchio di vita alla poesia
Racconti di follia
Bòce de fèr su erta via
Noi un tempo eravam
Gelo nelle ossa e polvere che
Toglie il respiro anche all'anima
Dura è la roccia ma
Il mio pezzo di pane alla fine darà
Frerì... Li chiamarono così
Loro che al ferro la luce donano
Vecchio di vita alla poesia
Racconti di follia
Bòce de fèr su erta via
Noi un tempo eravam
Affrontano la sorte e
Sfidan la vita per due pietre misere
Lanterne illuminan la via
Giorno e notte come sempre scorron via
Damnati ad metalla
Perpetua rei memoria
Damnati ad metalla
Perpetua rei memoria
Damnati ad metalla
Perpetua rei memoria
Damnati ad metalla
Perpetua rei memoria
Frerì
Vou contar de épocas distantes
Fechados lá... Em mundos de escuridão
Velho de vida na poesia
Contos de loucura
Vozes de ferro na estrada íngreme
Nós um dia éramos
Frio nas ossos e poeira que
Tira o fôlego até da alma
Dura é a rocha, mas
Meu pedaço de pão no final vai dar
Frerì... Assim os chamaram
Aqueles que ao ferro a luz dão
Velho de vida na poesia
Contos de loucura
Vozes de ferro na estrada íngreme
Nós um dia éramos
Enfrentam o destino e
Desafiam a vida por duas pedras miseráveis
Lanternas iluminam o caminho
Dia e noite como sempre fluem
Condenados ao metal
Memória perpétua dos réus
Condenados ao metal
Memória perpétua dos réus
Condenados ao metal
Memória perpétua dos réus
Condenados ao metal
Memória perpétua dos réus