Omega
Omega
A time is a devil's son
a dead child in tranquiliti
threatning on it's knees
escaping the verse of ubiety
Failure gift for each day
dead child clads in thee
threatning on it's knees
I'll be despair unreal
The need to cut my veins
to let you bleed out of me
as you keep staring
through my dead eyes
Bleed the strength on the death-bed
declime all who have fall behind
harvest last breath
and rise again
Lost the face on fields of death
all my senses thriving less
lost the soul can't feel sincere
so vague so vacant
the omega is near
Ômega
Ômega
O tempo é filho do capeta
uma criança morta na tranquilidade
ameaçando de joelhos
escapando do verso da ubiedade
Presente de falha a cada dia
criança morta vestida em ti
ameaçando de joelhos
estarei em desespero irreal
A necessidade de cortar minhas veias
pra te deixar escorrer de mim
enquanto você continua olhando
através dos meus olhos mortos
Sangrar a força na cama da morte
declinar todos que ficaram pra trás
colher o último suspiro
e ressurgir novamente
Perdi o rosto nos campos da morte
todos os meus sentidos minguando
perdi a alma, não consigo sentir sincero
tão vago, tão vazio
o ômega está perto