Ela achava que o mundo era o salão dela
Que o poder se resumia à sua passarela
Apontou o dedo fino, cheia de arrogância
Disse que eu não passava de uma insignificância
No meio do povo, ela quis fazer a festa
Sai do caminho, que você não presta
Não passa de um coitado, um piá de bosta
Pois é, madame, o povo deu a resposta
O mundo capotou, o salto dela quebrou
O piá de bosta que ela humilhou ganhou
O choro é livre, aceita o resultado
O piá de bosta é o deputado mais votado