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Onde os Anjos Cairam

The Forsaken

Where Angels Have Fallen

Crimson tears summon me to the eclipse of my death
For the reckoning of my sins I shall pledge
A black veil of emotionless silence begs to clothe me
Through the halls of spiritual existence
I crawl on this journey

On wings of fire, the call of judgement rides
In the chalise of eternal void I seek to hide
Into the Infinite abyss of darkness I am to sleep
In mourning for the last straws of life, I weep

Desolate, I pray for the dawning sun
The throne of light remains concealed
Alone, tied in these chains of Solitude
I cannot Feel

[Chorus]
Where angels have fallen
My wailing soul is laid to rest
The tombstone is chosen
A cauldron for my new quest

What is this empty shell withered by the winter rains?
Not one drop of drying blood, nor the pleasure of pain
Beyond my grave I hear the dying fall
To their lifless souls I call
I wait for agonized centuries to no avail
An infernal sleep that revives my claim

In death, I died, where no white saviour came

Betrayed by the thousand year faith
Embalmed in this forbidden dream
Solitary I shudder in the chill of stillness
My body still yearns for its bloodstream

...And yet I call His name this last time

[Chorus]
Where angels have fallen
My wailing soul is laid to rest
The tombstone is chosen
A cauldron for my new quest

Onde os Anjos Cairam

Lágrimas carmesim me convocam para o eclipse da minha morte
Pela prestação de contas dos meus pecados, eu me comprometo
Um véu negro de silêncio sem emoção implora para me cobrir
Através dos corredores da existência espiritual
Eu rastejo nesta jornada

Com asas de fogo, o chamado do julgamento se aproxima
No cálice do vazio eterno, busco me esconder
No abismo infinito de escuridão, eu vou dormir
Em luto pelos últimos suspiros da vida, eu choro

Desolado, eu rezo pelo sol que nasce
O trono da luz permanece oculto
Sozinho, preso nessas correntes da Solidão
Eu não consigo Sentir

[Refrão]
Onde os anjos caíram
Minha alma lamentosa é colocada para descansar
A lápide é escolhida
Um caldeirão para minha nova busca

O que é essa casca vazia murcha pelas chuvas de inverno?
Nem uma gota de sangue seco, nem o prazer da dor
Além da minha sepultura, ouço a queda dos que morrem
Para suas almas sem vida eu clamo
Eu espero por séculos agonizantes em vão
Um sono infernal que revive minha reivindicação

Na morte, eu morri, onde nenhum salvador branco veio

Traído pela fé de mil anos
Embalado neste sonho proibido
Solitário, eu estremeço no frio do silêncio
Meu corpo ainda anseia por seu fluxo sanguíneo

...E ainda assim eu chamo Seu nome esta última vez

[Refrão]
Onde os anjos caíram
Minha alma lamentosa é colocada para descansar
A lápide é escolhida
Um caldeirão para minha nova busca

Composição: Albert Bell