Season's End
I lie alone, the lull of exhumed memories awake me
Grief's aurora carillons the funeral of my laughter
The ascent of agony, a risen luminary of entranced reality
Rapture, I mourn, dreams of yesterdays adorn me
Scarred by the thornes of tribulation, I cry
To god, the architect of erudition, I pray
Is death the infinite acumen of creation?
Can I attune to these rhapsodies of affliction?
Twisted hands sow the gardens of charred reason
Seams of blood weep morsels of futility
I am dead to savour the odour of lost seasons
Laid to rest I whisper lullabies of naivete
Beyond mourning, still meadows of intranscience shall greet me
We dance together, through fountains of an immortal spring
In the ashes of the diamond realm, forever he awaits me
For eternity... I can hear my father sing
Fim de Temporada
Eu me deito sozinho, o sussurro de memórias exumadas me acorda
A aurora da dor badala o funeral da minha risada
A ascensão da agonia, um luminar erguido da realidade encantada
Êxtase, eu lamento, sonhos de ontem me adornam
Marcado pelos espinhos da tribulação, eu choro
Para Deus, o arquiteto da erudição, eu rezo
A morte é o conhecimento infinito da criação?
Posso sintonizar com essas rapsódias de aflição?
Mãos retorcidas semeiam os jardins da razão queimada
Costuras de sangue choram pedaços de futilidade
Estou morto para saborear o odor das estações perdidas
Descansando, eu sussurro canções de nobreza
Além do luto, prados serenos de intransigência me cumprimentarão
Nós dançamos juntos, através de fontes de uma primavera imortal
Nas cinzas do reino de diamantes, ele sempre me aguarda
Por toda a eternidade... eu posso ouvir meu pai cantar