O Ultimó Sono Do Druida
Máis aló do circulo de pedra
Está a porta da nosa Eternidade
O voar silencioso do corvo guíanos
A través deste camiño de sufrimento
Na frondosidade do noso recordo
A lira do bardo chora unha despedida
As bágoas do escepticismo
Inundan os nosos aflixidos corazóns, en vano
A miña alma foi enmeigada
Polos sortilexios da
Soidade
Só os máxicos sons da noite
Alentan a miña experiencia coma un mortal
O odio está collendo raices na miña mente
As caveiras dos hipócritas serán esmagadas polas miñas palabras
As xélidas mans da tormenta abrázanme
A súa falsedade será soterrada no sanguento fango
O fogo purificador consume
O seu derradeiro e cálido sorrir
Máxicas criaturas homenaxéan
Enfronte da pila funeraria
O círculo foi competado
Pola invisible escritura do
Destino
Mais a verdade será deformada
Polo inexorable paso do tempo...
O Último Sono Do Druida
Além do círculo de pedra
Está a porta da nossa Eternidade
O voo silencioso do corvo nos guia
Através deste caminho de sofrimento
Na densidade da nossa memória
A lira do bardo chora uma despedida
As lágrimas do ceticismo
Inundam nossos corações aflitos, em vão
Minha alma foi enfeitiçada
Pelos sortilégios da
Solidão
Só os sons mágicos da noite
Aquecem minha experiência como um mortal
O ódio está fincando raízes na minha mente
As caveiras dos hipócritas serão esmagadas pelas minhas palavras
As gélidas mãos da tempestade me abraçam
Sua falsidade será enterrada no fétido lamaçal
O fogo purificador consome
Seu último e quente sorriso
Criaturas mágicas homenageiam
Diante da pira funerária
O círculo foi completado
Pela escrita invisível do
Destino
Mas a verdade será distorcida
Pelo inexorável passar do tempo...