Todo Aquello Que Escribi
Ahora que duerme todo entre los dos
Qué loca tú, qué loco yo
Qué solos al final
Ahora que estamos libres cada cuál
Sólo me queda por decir
Que todo aquello que escribí
Lo hice con tinta de tus lágrimas
Tanto mirarte que no pude verte
Y me olvidé de tus cadenas
Y mi propia muerte
Soñaba con beber la libertad
Sólo me queda por decir
Que todo aquello que escribí
Lo hice con tinta de tus lágrimas
Y aún andarás descalza por mis sueños
Y asomarás por donde asoma
El blanco sol de enero
Y si por casualidad te he de olvidar
Sólo me queda por decir
Todo aquello que escribí
Será de tí, será lo nuestro
Ahora que duerme todo entre los dos
Qué loca tu, qué loco yo
Qué solos al final
Ahora que estamos libres cada cuál
Sólo me queda vor decir
Que todo aquello que escribí
Lo hice con tinta de tus lágrimas
Tudo Aquilo Que Escrevi
Agora que tudo dorme entre nós
Que doida você, que doido eu
Que sozinhos no final
Agora que estamos livres cada um
Só me resta dizer
Que tudo aquilo que escrevi
Fiz com a tinta das suas lágrimas
Tanto te olhar que não consegui te ver
E esqueci das suas correntes
E da minha própria morte
Sonhava em beber a liberdade
Só me resta dizer
Que tudo aquilo que escrevi
Fiz com a tinta das suas lágrimas
E ainda andará descalça pelos meus sonhos
E aparecerá onde surge
O sol branco de janeiro
E se por acaso eu tiver que te esquecer
Só me resta dizer
Tudo aquilo que escrevi
Será seu, será nosso
Agora que tudo dorme entre nós
Que doida você, que doido eu
Que sozinhos no final
Agora que estamos livres cada um
Só me resta dizer
Que tudo aquilo que escrevi
Fiz com a tinta das suas lágrimas
Composição: Francis Cabrel