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Mágoa Sertaneja

Francisco Alves

Quando em meio à soledade
A Lua esplende no sertão
O trovador canta à viola uma canção
O trovador canta à viola uma canção

Quando em meio à soledade
A Lua esplende no sertão
O trovador canta à viola uma canção
O trovador canta à viola uma canção

Viola tão tristonha, repleta de amargor
Sertanejo quando sonha
[?] sempre o seu amor

Viola tão tristonha, repleta de amargor
Sertanejo quando sonha
[?] sempre o seu amor

Tua voz é amargurada como o canto da perdiz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz

Tua voz é amargurada como o canto da perdiz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz
Tem um pesar que lhe faz ser infeliz

Assim, abandonado, no meio do sertão
Os suspiros desolados saem do seu coração

Assim, abandonado, no meio do sertão
Os suspiros desolados saem do seu coração

Composição: Pedro de Sá Pereira