Vou confessar-te, querida, és tudo na minha vida
A razão do meu viver
Não me julgues um covarde por te falar a verdade
Sem ti prefiro morrer
Nos sonhos de minha vida tu representas, querida
A doce realidade
Pois as mentiras que eu canto, sorrisos cheios de pranto
Têm um fundo de verdade
Eu canto há muitos anos os alheios desenganos
Nas melodias bonitas
Hoje que sofro eu mesmo, vivo repetindo a esmo
Porém, nem tu me acreditas
Nos sonhos de minha vida tu representas, querida
A doce realidade
Pois as mentiras que eu canto, sorrisos cheios de pranto
Têm um fundo de verdade
Eu canto há muitos anos os alheios desenganos
Nas melodias bonitas
Hoje que sofro eu mesmo, vivo repetindo a esmo
Porém, nem tu me acreditas