Aunque No Lo Crean
Dicen que yo no tengo amor
y que abusé de tu querer.
Dicen que dicen, que no se puede creer
que yo te quiera, como te quiero yo.
Dicen que yo te soy infiel
para humillar a tu pasión.
Dicen que busco matar ese querer.
Dicen que tengo como piedra el corazón.
Aunque no lo crean, yo te quiero tanto
que sin ti la vida es pena y quebranto,
y te llevo dentro, dentro de mi alma,
dentro de mis venas, dentro de mis carnes.
Aunque no lo crean, te amo con delirio
porque sos mi aliento y sin ti me muero,
y dejá que digan esos que de rabia
sueltan un veneno formando palabras.
Y han de saber que yo nací
para sufrir y para amar.
Y que paso las noches sin dormir
por esos ojos que invitan a soñar.
Y han de saber que por tu amor
sacrifiqué vida y placer,
y al pensar que te pudiera perder
palpita fuerte mi abatido corazón.
Aunque no lo crean sos mi gran amor.
Mesmo Que Não Acreditem
Dizem que eu não tenho amor
E que abusei do seu querer.
Dizem que dizem, que não dá pra acreditar
Que eu te ame, como eu te amo.
Dizem que eu sou infiel
Pra humilhar sua paixão.
Dizem que eu quero acabar com esse amor.
Dizem que meu coração é feito de pedra.
Mesmo que não acreditem, eu te amo tanto
Que sem você a vida é só dor e sofrimento,
E te levo dentro, dentro da minha alma,
Dentro das minhas veias, dentro da minha carne.
Mesmo que não acreditem, eu te amo com fervor
Porque você é meu ar e sem você eu morro,
E deixa que falem aqueles que, com raiva,
Soltam um veneno formando palavras.
E eles devem saber que eu nasci
Pra sofrer e pra amar.
E que passo as noites sem dormir
Por causa desses olhos que me fazem sonhar.
E eles devem saber que por seu amor
Sacrifiquei vida e prazer,
E ao pensar que poderia te perder
Meu coração abatido palpita forte.
Mesmo que não acreditem, você é meu grande amor.
Composição: Francisco Canaro