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Garras (part. Carlos Roldán)

Francisco Canaro

Garras (part. Carlos Roldán)

Callejón sin luz, esperándote
¡Frío! ¡Sombras!
Ansia de vivir para tu amor
Y no poder

Siento que la vida se me va
Y no me lloras
Busco desolado tu calor
Y aquí no estás

Agonía cruel, luego soledad
Y después tu olvido, ¡nada más!

No pude más
Y en mi afán por llegar
Era un duende errabundo
Que se perdió
Sin poderte encontrar
Por la calles del mundo

Y me he quedado
Como un pájaro sin nido
Como un niño abandonado

Con mis penas que se agarran
Como garras y desgarran
A mi corazón

Garras (part. Carlos Roldán)

Beco sem luz, te esperando
Frio! Sombras!
Ansiedade de viver por seu amor
E não poder

Sinto que a vida tá indo embora
E você não chora por mim
Busco desesperado seu calor
E aqui você não tá

Agonia cruel, depois solidão
E depois seu esquecimento, nada mais!

Não aguentei mais
E na minha pressa de chegar
Era um espírito errante
Que se perdeu
Sem conseguir te encontrar
Pelas ruas do mundo

E fiquei
Como um pássaro sem ninho
Como uma criança abandonada

Com minhas dores que se agarram
Como garras e rasgam
Meu coração

Composição: José María Contursí