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Os Trapos dos Meus Sonhos (part. Eduardo Adrián)

Francisco Canaro

Los Harapos de Mis Sueños (part. Eduardo Adrián)

Estrellas de mis ilusiones
Noches idas
Aurora de mis ambiciones
Viejos días

Unieron nuestros corazones
Noches idas
Y hoy tu mirada se desvía
Y es tu palabra dura y fría
Y valgo apenas una impía
Risa de compasión

Hoy tus manos solo muestran
Con un gesto de desdén
Los harapos de mis sueños
Y las ruinas de mi bien

Y en el fondo de la escena
De tu alarde triunfador
Un desfile de fantasmas
Son las sombras de mi amor

Yo te acuso de ese crimen
Que en los códigos no está
De esa herida que no sangra
De esa muerte sin matar

Yo te acuso en esta estrofa
La más pobre y la peor
Que del lujo de mis versos
Solamente me quedó

Os Trapos dos Meus Sonhos (part. Eduardo Adrián)

Estrelas das minhas ilusões
Noites que se foram
Aurora das minhas ambições
Velhos dias

Uniram nossos corações
Noites que se foram
E hoje teu olhar se desvia
E é tua palavra dura e fria
E valho apenas uma impiedosa
Risada de compaixão

Hoje tuas mãos só mostram
Com um gesto de desprezo
Os trapos dos meus sonhos
E as ruínas do meu bem

E no fundo da cena
Do teu alarde triunfador
Um desfile de fantasmas
São as sombras do meu amor

Eu te acuso desse crime
Que nos códigos não tá
Dessa ferida que não sangra
Dessa morte sem matar

Eu te acuso nesta estrofe
A mais pobre e a pior
Que do luxo dos meus versos
Somente me restou

Composição: Francisco García Jiménez