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Tranquilo, Velho Tranquilo (part. Carlos Roldán)

Francisco Canaro

Tranquilo, Viejo Tranquilo (part. Carlos Roldán)

Todo el mundo la dispara
Se atropella y no repara
Que está haciendo un disparate

Todos gritan y aceleran
Que parece que tuvieran
Refucilos en el mate

Es un siglo de aspirinas
Surmenages y de locos
Y hoy los que no están pintados
Se ve que les falta poco

Si tenés muchos problemas
Y buscás la solución
No te aflijas, andá a Vieytes
Porque en Vieytes, dan razón

Tranquilo, viejo tranquilo
Que al final, primero vos

Tranquilo y a no agitarse
Es peligroso desesperarse

La vida es corta
Y el pasarla a té de tilo
Preocupado y con estrilo
Me parece que es atroz

Tranquilo, viejo tranquilito
Que al final, primero vos

Tranquilo, Velho Tranquilo (part. Carlos Roldán)

Todo mundo atira pra todo lado
Se atropela e não percebe
Que tá fazendo uma besteira

Todo mundo grita e acelera
Parece que tão com
Fuzil no chimarrão

É um século de aspirinas
Estresse e de doidos
E hoje os que não tão pintados
Dá pra ver que tão quase lá

Se você tem muitos problemas
E tá buscando a solução
Não se preocupe, vai pra Vieytes
Porque em Vieytes, eles têm razão

Tranquilo, velho tranquilo
Que no final, primeiro é você

Tranquilo e não se agite
É perigoso se desesperar

A vida é curta
E passar ela tomando chá de tilo
Preocupado e com estresse
Me parece que é um absurdo

Tranquilo, velho tranquilinho
Que no final, primeiro é você

Composição: Ivo Pelay