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Velhas Alegrías (part. Jorge Omar)

Francisco Lomuto

Viejas Alegrías (part. Jorge Omar)

Noche de silencio
Noche cruel
Llegan los recuerdos
En tropel

Trágica tristeza
De pensar cómo asomo
La primera cana
Mensajera del dolor

Misteriosa angustia de vivir
Y terror intenso de morir
De un confuso espejo
Van surgiendo del ayer
Todas mis andanzas
Como de un amanecer

Son mis viejas alegrías
Las que surgen y me nombran
Cuantas, cuantas horas mías
Van saliendo de las sombras

Son mis viejas alegrías
Son las bocas que he besado
Son aromas de otros días
Son imágenes sombrías
Del espejo evocador

Velhas Alegrías (part. Jorge Omar)

Noite de silêncio
Noite cruel
Chegam as lembranças
Em tropel

Trágica tristeza
De pensar como aparece
A primeira cana
Mensageira da dor

Angústia misteriosa de viver
E terror intenso de morrer
De um espelho confuso
Vão surgindo do passado
Todas as minhas andanças
Como de um amanhecer

São minhas velhas alegrias
As que surgem e me nomeiam
Quantas, quantas horas minhas
Vão saindo das sombras

São minhas velhas alegrias
São os lábios que beijei
São aromas de outros dias
São imagens sombrias
Do espelho evocador

Composição: Enrique Cadícamo