Il Re Del Mondo
Strano come il rombo degli aerei
da caccia un tempo,
stonasse con il ritmo delle piante
al sole sui balconi...
e poi silenzio... e poi, lontano
il tuono dei cannoni; a freddo...
e dalle radio dei segnali in codice.
Vn giorno in cielo, fuochi di Bengala...
Ia Pace ritornò
ma il Re del Mondo,
ci tiene prigioniero il Cuore.
Nei vestiti bianchi a ruota...
Echi delle Danze Sufi...
Nelle metro giapponesi, oggi,
macchine d'Ossigeno.
Più diventa tutto inutile
e più credi che sia vero
e il giorno della Fine
non ti servirà l'Inglese.
...E sulle Biciclette verso Casa,
la Vita ci sfiorò
ma il Re del Mondo
ci tiene prigioniero il Cuore.
O Rei do Mundo
Estranho como o barulho dos aviões
caça antigamente,
dissonava com o ritmo das plantas
sob o sol nas varandas...
e depois silêncio... e depois, longe
o trovão dos canhões; a frio...
e das rádios, sinais em código.
Um dia no céu, fogos de artifício...
A Paz voltou
mas o Rei do Mundo,
nos mantém prisioneiros do Coração.
Nos trajes brancos rodados...
Ecos das Danças Sufi...
Nos metrôs japoneses, hoje,
máquinas de Oxigênio.
Quanto mais tudo se torna inútil
e mais você acredita que é verdade
e o dia do Fim
não vai te ajudar com o Inglês.
...E nas Bicicletas rumo a Casa,
a Vida nos tocou
mas o Rei do Mundo
nos mantém prisioneiros do Coração.