Vai, novinha
Senta pro vaqueiro!
Ela viu meu chapéu e já ficou doidinha
Viu minha bota suja de poeira e falou assim
Vaqueiro, tu tem cara de que sabe fazer
Me leva pra fazenda pra tu me mostrar
Já vai aquecendo
Ela gosta quando eu falo: Ê boi!
Ela gosta quando eu puxo o rabo
Ela pediu pra eu mostrar a pegada
Que derruba na pista e derruba no quarto
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Senta, senta, que o vaqueiro é certeiro
Agarra, agarra, agarra no chapéu
Agarra, agarra, agarra no chapéu
Que hoje tu não dorme, vai ver o céu
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Vai, vai, vai descendo ligeiro
Essa pegada de vaquejada
Nenhum boy da cidade tem, morena!
De dia eu derrubo boi na faixa
De noite eu derrubo tu na cama
Minha bota no pé, meu chapéu na cabeça
Tu de vestido curto já fica sem pressa
Me chamou de bruto, me chamou de grosso
Mas, quando sentou, falou: Que negócio gostoso!
Segura no arreio que o passeio é longo
Vaqueiro não cansa, vaqueiro vai a fundo
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Senta, senta, senta no cavalo do vaqueiro
Pra cima e pra baixo
Pra frente e pra trás
Vai, novinha, quica
No embalo que o vaqueiro faz!
(Ê boi!)
(Ê boi!)
(Ê boi!)
Senta no vaqueiro!
Senta no vaqueiro!
Frank Azevedo, o vaqueiro do piseiro!
O que pega na vaquejada!