Dysfunctional
Endless parade of gross perversions
Like pins pushed into my brain
However short-lived it may be
I remember the sweeteness of the pain
Is the greater sin the act I commited
Or the lie later expressing disgust
That doesn't exist most of the time
A lack of morals or a lack of trust?
No more blood in my heart
Just concrete pouring in
Protection from conviction
Mortared by my sin
My face slowly turns to stone
No one gets inside
Now I have my secret place
Now I can hide
The white I wore in my dreams
Irrevocably blackened
Anger settling over my eyes
At finding myself lacking
I let them into my darkest halls
And I hate myself for it
They never knew as they overturned things
What was being destroyed
Replaying and reliving
The dark passages of my life
Smiling as I wreak the vengeance
I can never realize
My hands and eyes stay on me
I have made my choice
The big man I am inside
Will never use my voice
I make the lame excuses I heard before
And didn't tolerate
I look into the mirror
And what I see I surely hate
Wretch that I am
Who'll free me from the body of death
The answer's written in my stone
Waiting for my breath
Disfuncional
Desfile sem fim de perversões nojentas
Como se fossem alfinetes cravados na minha cabeça
Por mais breve que seja
Eu lembro da doçura da dor
É maior pecado o ato que cometi
Ou a mentira que expressa nojo depois
Que não existe na maior parte do tempo
Falta de moral ou falta de confiança?
Não há mais sangue no meu coração
Só concreto escorrendo
Proteção contra a condenação
Moldada pelo meu pecado
Meu rosto lentamente se torna pedra
Ninguém entra aqui
Agora tenho meu lugar secreto
Agora posso me esconder
O branco que eu usava nos meus sonhos
Irreversivelmente manchado de preto
A raiva se instalando sobre meus olhos
Ao me ver em falta
Deixei-os entrar nos meus corredores mais sombrios
E me odeio por isso
Eles nunca souberam enquanto bagunçavam tudo
O que estava sendo destruído
Repetindo e revivendo
Os trechos sombrios da minha vida
Sorrindo enquanto faço a vingança
Que nunca poderei realizar
Minhas mãos e olhos ficam em mim
Eu fiz minha escolha
O grande homem que sou por dentro
Nunca usará minha voz
Faço as desculpas esfarrapadas que ouvi antes
E não tolerava
Olho no espelho
E o que vejo eu certamente odeio
Desgraçado que sou
Quem me libertará do corpo da morte?
A resposta está escrita na minha pedra
Esperando pelo meu último suspiro