Las flores (dueto con Sasha sokol)
Ah, teresita llego mambru...
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
De que me sirve preguntar si no hay respuestas
No hay manera de atrasar estas dos flechas
Una se clava en la memoria y la desangra
Y la otra alcanza a separarme de la luz
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
Ooh
De que me sirve respirar si no hay mas aire
Si al caer nunca termina de doler
Mientras me escribas bordare todas las noches
Las hazañas que dejamos por hacer
Te quedaran las flores
Porque nunca me pusiste en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
(puente)
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
De que me sirve preguntar si no hay respuestas
No hay manera de atrasar estas dos flechas
Una se clava en la memoria y la desangra
Y la otra alcanza a separarme de la luz
A separarme de tu luz...
Ah, ah, ah...
Ooh
De que me sirve respirar si no hay mas aire
Si al caer nunca termina de doler
Mientras me escribas bordare todas las noches
Las hazañas que dejamos por hacer
Te quedaran las flores
Porque nunca me pusiste en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
Mmmmmm...
Te quedaran las flores
Porque nunca me pusiste en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
Te quedaran las flores
Porque nunca me pusiste en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
Te quedaran las flores
Porque nunca me pusiste en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
Te quedaran las flores... en agua
Regresaran tus cartas
Porque nunca me sellaste el alma
As flores (dueto com Sasha Sokol)
Ah, teresita, cheguei mambru...
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
De que adianta perguntar se não há respostas
Não tem como atrasar essas duas flechas
Uma se crava na memória e me desangra
E a outra consegue me separar da luz
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
Ooh
De que adianta respirar se não há mais ar
Se ao cair nunca termina de doer
Enquanto você me escrever, vou bordar todas as noites
As façanhas que deixamos por fazer
Te ficarão as flores
Porque nunca me pôs na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma
(puente)
Ah, ah, ah...
Ah, ah, ah...
De que adianta perguntar se não há respostas
Não tem como atrasar essas duas flechas
Uma se crava na memória e me desangra
E a outra consegue me separar da luz
A me separar da sua luz...
Ah, ah, ah...
Ooh
De que adianta respirar se não há mais ar
Se ao cair nunca termina de doer
Enquanto você me escrever, vou bordar todas as noites
As façanhas que deixamos por fazer
Te ficarão as flores
Porque nunca me pôs na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma
Mmmmmm...
Te ficarão as flores
Porque nunca me pôs na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma
Te ficarão as flores
Porque nunca me pôs na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma
Te ficarão as flores
Porque nunca me pôs na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma
Te ficarão as flores... na água
Voltarão suas cartas
Porque nunca selou minha alma