The Mourning Crystals Wept Bliss
As I look upon you as my demon
Because your eyes are so mystical
Her screams are so full of shriek
A chalice so bleak and cynical
These nightmares drown into my veins
I stare into these blissful eyes
Your the only one sharp looking
As the dark lace of night finally arrives
A blizzard rains deep within
The placid wish I yearn to reach
Fractured images, a tundra feeling
This lifeless form of your desire
Feathers of snow freeze my tears
Emeralds shatter the rays of light
Reflections of mist swallow my eyes
The mourning crystals wept bliss
The dark passages of your cavern
Secrets of the crystal water
Slowly caressed in a fear that resides
The mourning cries of your deception.
And as she feels my fingers
Slither down her wretched back
Slowly moving to her hips
I'm embracing your thighs
The glistening of those eyes
In the waves of those arms
Swallow me into the night
Your beauty still burns inside
The dark veins of your coven
Secrets of the crystal water
Slowly caressed in a fear that radiates
The mourning cries of your conception.
Melodic burning of your soul to tears
Tribulations decadent to your hollowness
So horrid, yet deceptive to my eyes
You breathe fear, these shapes of blasphemy
Glazing coldness frostbitten to my sight
An elegy of light, I burn in your mind
As I kiss your cold dead body
You can feel my tongue
It slides deep into your soul
Swallow this passion
All the pain still resides within
Fulfilling her loneliness
With these sacred posessions
Whilst she forgets the morality
A dream buries the surface of life
The dusk, I mourn to survive
The apathy of innocence dying
Enter into this realm once again
Sympathy, I feel no remorse
I pray upon the shadows to hear your voice
A sound that lies in jaded memories
Twisted chords, your choirs of heaven...
I need you, my darkness,
Share with me, blasphemy.
You need me, cold darkness,
Enter within, blasphemy.
So as we drown in coldness together
I penetrate the glaciers of your soul
I feast upon your innocent wrath
The pleasure inside my crimson beauty.
Her soul is a feast which we crave
These rich textures of cold ice
Altars a possession of the dark lords
Beautiful crystals crack the sky above.
Os Cristais Lamentam a Felicidade
Enquanto olho pra você como meu demônio
Porque seus olhos são tão místicos
Os gritos dela são cheios de desespero
Um cálice tão sombrio e cínico
Esses pesadelos se afundam nas minhas veias
Eu encaro esses olhos cheios de felicidade
Você é a única que tem um olhar afiado
Enquanto a renda escura da noite finalmente chega
Uma nevasca cai lá dentro
O desejo sereno que anseio alcançar
Imagens fragmentadas, uma sensação de tundra
Essa forma sem vida do seu desejo
Penas de neve congelam minhas lágrimas
Esmeraldas quebram os raios de luz
Reflexos de névoa engolem meus olhos
Os cristais lamentam a felicidade
Os passagens sombrias da sua caverna
Segredos da água cristalina
Acariciados lentamente por um medo que reside
Os lamentos da sua decepção.
E enquanto ela sente meus dedos
Deslizarem por suas costas miseráveis
Movendo-se lentamente até seus quadris
Estou abraçando suas coxas
O brilho desses olhos
Nas ondas desses braços
Me engolem na noite
Sua beleza ainda queima por dentro
As veias escuras do seu coven
Segredos da água cristalina
Acariciados lentamente por um medo que irradia
Os lamentos da sua concepção.
Queima melódica da sua alma em lágrimas
Tribulações decadentes para sua vacuidade
Tão horrível, mas enganosa aos meus olhos
Você respira medo, essas formas de blasfêmia
Frieza gélida, congelada à minha vista
Uma elegia de luz, eu ardo na sua mente
Enquanto beijo seu corpo frio e sem vida
Você pode sentir minha língua
Ela desliza fundo na sua alma
Engula essa paixão
Toda a dor ainda reside dentro
Preenchendo sua solidão
Com essas posses sagradas
Enquanto ela esquece a moralidade
Um sonho enterra a superfície da vida
O crepúsculo, eu lamento para sobreviver
A apatia da inocência morrendo
Entre neste reino mais uma vez
Simpatia, não sinto remorso
Eu rezo nas sombras para ouvir sua voz
Um som que reside em memórias desgastadas
Acordes torcidos, seus corais do céu...
Eu preciso de você, minha escuridão,
Compartilhe comigo, blasfêmia.
Você precisa de mim, escuridão fria,
Entre dentro, blasfêmia.
Então, enquanto nos afundamos juntos na frieza
Eu penetro as geleiras da sua alma
Me delicio com sua ira inocente
O prazer dentro da minha beleza carmesim.
A alma dela é um banquete que desejamos
Essas texturas ricas de gelo frio
Altares, uma posse dos senhores das trevas
Cristais belos quebram o céu acima.