The Nevermore Realm
Enter my shadow, traverse thru realms of nevermore
This passing hour, I open my eyes to see her future
I arise, we're destined to walk the path alone
Slipping thru the darkest cracks of time...
Balance the actions brought forth from this mortality
Shred my dreams, Your presence lies inside my mind
Eccentric you are, I do not want to be this way
Defiled innocence your empty pain I find.
Pure blackness drifts from your twisted soul
Cursed audacity the question remains untold
Why are you so blind to see the negativity?
Preach the truth hiding deep within the cold.
I control these mortal thoughts that surface in your mind.
I secrete the fluids from your wretched blood-stained eyes.
Immitations you reveal an intuition of being blind
A sharp glimpse of the moment leaves you in aspiration
This suffocation leaving scars around your twisted neck
My silent raven's song sheds its wings in total frustration.
Run away from the bitterness...
I control your every move...
Your thoughts buried in my mind...
I reveal the inner truth...
You ignore my presence, yet impossible to fade away
Your screams of laughter, this pain induced to grey
My beloved mourning, passion never laid to rest
Trapped in my frozen cell, the wickedness I caress.
I stare deep into those precious eyes, breathing fear into your mind.
My captive in mere distraught, an isolation of dreadful thoughts.
Writhe in solitude, I witness your freezing cold obsession.
You're trapped in my decor, a lushious ornament of depression.
The sadness of waterfalls, tears trickle down in desperation.
Reclusive shards of anxiety, ruptured ecstasy of my creation.
Traverse thru this realm of nevermore, there's no escape.
Seclusion of broken dreams shattered, your mind I rape.
The haunted cathedral which we reside, your body I seduce.
Eternal nightmares an embodiment of fear, your neck around my noose.
O Reino do Nunca Mais
Entre na minha sombra, atravesse os reinos do nunca mais
Nesta hora que passa, abro meus olhos pra ver o futuro dela
Eu me levanto, estamos destinados a caminhar sozinhos
Escorregando pelas fendas mais escuras do tempo...
Equilibre as ações trazidas por esta mortalidade
Desfaça meus sonhos, Sua presença está dentro da minha mente
Exótica você é, não quero ser assim
Inocência profanada, sua dor vazia eu encontro.
A escuridão pura flui da sua alma distorcida
A audácia amaldiçoada, a pergunta permanece não dita
Por que você é tão cega para ver a negatividade?
Pregue a verdade escondida bem dentro do frio.
Eu controlo esses pensamentos mortais que surgem na sua mente.
Eu secreto os fluidos dos seus olhos manchados de sangue.
Imitações que você revela, uma intuição de estar cega
Um vislumbre agudo do momento te deixa em aspiração
Essa sufocação deixa cicatrizes ao redor do seu pescoço torcido
A canção silenciosa do meu corvo derrama suas asas em total frustração.
Fuja da amargura...
Eu controlo cada um dos seus movimentos...
Seus pensamentos enterrados na minha mente...
Eu revelo a verdade interior...
Você ignora minha presença, mas é impossível desaparecer
Seus gritos de risada, essa dor induzida ao cinza
Meu amado luto, paixão nunca descansada
Preso na minha cela congelada, a maldade que eu acaricio.
Eu olho fundo nesses olhos preciosos, respirando medo na sua mente.
Meu cativo em mera angústia, uma isolação de pensamentos horríveis.
Contorça-se na solidão, eu testemunho sua obsessão congelante.
Você está presa na minha decoração, um ornamento luxuoso de depressão.
A tristeza das cachoeiras, lágrimas escorrem em desespero.
Fragmentos reclusos de ansiedade, êxtase rompido da minha criação.
Atravesse este reino do nunca mais, não há escape.
Isolamento de sonhos quebrados, sua mente eu estuprar.
A catedral assombrada onde residimos, seu corpo eu seduzo.
Pesadelos eternos, uma personificação do medo, seu pescoço em minha laço.