Churlbrood Dweller
I see you staring directly at me
We're all alone in this dreadful dream
Giving a sign of peaceful serenity.
I yearn to see your pale clones of silhouette
Under your black victorian exoticness
Shattered minds of reclusive obscenity.
Your cold stare drifts into my frozen eyes
Left for dead, blood pours from our minds.
In this wilderness of bereavement, my desire
In your world of concealment, your torn attire.
But you seem so fucking mean with that evil stare
I pry you open to gather twisted succulent thoughts.
Underneath the velvet of eternity's darkened shadows
You seem so hateful and selfish to let me intrude.
I threaten you with ideas from my head
Maybe we'll get drunk so I can take advantage of you.
Poison the soul so you can be wicked like me
Multiply the mourning hangovers, I dwell in churlbrood.
Habitante do Mal Humor
Eu vejo você me encarando diretamente
Estamos sozinhos nesse sonho horrível
Dando um sinal de serenidade pacífica.
Anseio ver seus clones pálidos de silhueta
Sob sua excentricidade vitoriana negra
Mentes despedaçadas de obscenidade reclusa.
Seu olhar frio flutua nos meus olhos congelados
Deixados para morrer, o sangue escorre de nossas mentes.
Nesta selva de luto, meu desejo
No seu mundo de ocultação, suas roupas rasgadas.
Mas você parece tão caralho malvada com esse olhar maligno
Eu te abro para coletar pensamentos retorcidos e suculentos.
Debaixo do veludo das sombras escuras da eternidade
Você parece tão odiosa e egoísta por me deixar invadir.
Eu te ameaço com ideias da minha cabeça
Talvez a gente fique bêbado para eu poder te aproveitar.
Envenenar a alma para que você possa ser má como eu
Multiplicar as ressacas de luto, eu habito o mal humor.