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Epifania

Frozen Mist

Epiphania

Shattered self-illuminations of my flesh
A repentance of disturbing thoughts
As I kneel down to embrace you
I stare deep into your tattered soul.

CHORUS:
I harbour divinity into negative recesses
You perceive my bitterness and romanticize
An expectation of our withering souls
The stalemate of her weeping redolence!

We reap the fields of lavender beauty
The colors bleed forever into bitter dogma
Blind rapture on shattered stained glass
This castle suffers in tragic ruin.

(Repeat Chorus)

Blurred in the distance, I see my marionette
In the fractured halls of dark luminating light
As we walk towards her to get a closer look
A fairytale's glimpse of reality comes to life.
Mystical strings attached to her soulless body
Bleeding tears trickle down her shining face
She's all alone in this horror filled castle
Seclusion of dreams, the torn curtains shall rise.

"In the garden of all her lonely hopes and dreams
Rays of dawn shine down on her beautiful epiphany
It's such a whimsicial apperance this perpetual gallery
I grasp your hand in utter silence to free your soul..."

Baptized in clear water under the oath of God
Your sanity drenched in evil elaborate hollowness
Withdrawn from raptures of bitter manifestation
Trails of crooked crosses leading to endless tears
Onward thru the blackened pearly gates we pass
Severed strings left dormant on her naked body
Tied tight to relieve this pressure for pleasure
Nocturnal emmisions, a satisfaction for pure lust.

Epifania

Eu sou um eu despedaçado, iluminado pela carne
Um arrependimento de pensamentos perturbadores
Enquanto me ajoelho para te abraçar
Eu encaro fundo a sua alma desgastada.

REFRÃO:
Eu guardo a divindade em recessos negativos
Você percebe meu amargor e romantiza
Uma expectativa de nossas almas murchando
O impasse de seu perfume que chora!

Colhemos os campos da beleza lavanda
As cores sangram para sempre em um dogma amargo
Êxtase cego em vitrais quebrados
Este castelo sofre em ruína trágica.

(Repetir Refrão)

Embaçado à distância, vejo minha marionete
Nos corredores fraturados de uma luz escura e iluminada
Enquanto caminhamos em direção a ela para ver de perto
Um vislumbre de conto de fadas ganha vida.
Cordas místicas ligadas ao seu corpo sem alma
Lágrimas sangrentas escorrem por seu rosto brilhante
Ela está sozinha neste castelo cheio de horrores
Isolamento de sonhos, as cortinas rasgadas vão se abrir.

"No jardim de todas as suas esperanças e sonhos solitários
Raios de amanhecer brilham sobre sua bela epifania
É uma aparência tão caprichosa esta galeria perpétua
Eu agarro sua mão em total silêncio para libertar sua alma..."

Batizada em água clara sob o juramento de Deus
Sua sanidade encharcada em uma maldade elaborada e vazia
Retirada dos êxtases de uma manifestação amarga
Trilhas de cruzes tortas levando a lágrimas sem fim
Avançamos através dos portões pérolas negros que passamos
Cordas cortadas deixadas dormentes em seu corpo nu
Amarradas firmemente para aliviar essa pressão por prazer
Emissões noturnas, uma satisfação por pura luxúria.

Composição: