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Castidade

Frozen Mist

Chastity

Your voluptuous body caressed in delight
We hide naked under warm bedsheets.
Blankets hide the light forshadowed by dawn
The cold mourning frost disarrayed by the heat.

Forever bleeding love, black and red
The colors combine, unite on the bed.
In a distant embrace, our wicked flesh
Sarcastic foreplay, will end in death.
Forever bleeding love, black and red
The colors combine, unite on the bed.
In a distant embrace, our wicked flesh
Sarcastic foreplay, shall end in death.

With anxious eyes and precious wet lips
Picture the sculptured beauty lying in despair
All day she waits in frozen mist like ghostly antibodies
As the grey clouds roll over your shining hair.
The erotic goddess on her obscenity throne
Dressed in black she mourns my empty presence
Bleeding chastity to purify our destiny
White temple's of bliss, her shrine's existence.

All innocence, bleed thru lust.
All bitterness, chapels of rust.
All innocence, swallow the flame.
All bitterness, trapped in your rain.

An explaination of clarity from your weak strident voice
You shook my lips with tremors of pure delight and desire
My touch to you has delivered the sensations of chastity
Quiver thru the ultra-sensations of nature's disbelief.

Marionette's moaning echoes has filled the silent air
Into fallen shards of beautiful eloquent ceremonies
Exhilarating black candles and the fragrance of your labia
Rendered moments of your mask hiding our unborn reality.

"Blue eyes...
They strive...
In light...
At night..."

Castidade

Seu corpo voluptuoso acariciado em deleite
Nos escondemos nus sob lençóis quentes.
Cobertores escondem a luz ofuscada pela aurora
A fria geada da manhã desfeita pelo calor.

Amor sangrando para sempre, preto e vermelho
As cores se misturam, se unem na cama.
Em um abraço distante, nossa carne perversa
Preliminares sarcásticas, vão acabar em morte.
Amor sangrando para sempre, preto e vermelho
As cores se misturam, se unem na cama.
Em um abraço distante, nossa carne perversa
Preliminares sarcásticas, vão acabar em morte.

Com olhos ansiosos e lábios molhados preciosos
Imagine a beleza esculpida deitada em desespero
O dia todo ela espera na névoa congelada como anticorpos fantasmagóricos
Enquanto as nuvens cinzas passam sobre seu cabelo brilhante.
A deusa erótica em seu trono de obscenidade
Vestida de preto, ela lamenta minha presença vazia
Sangrando castidade para purificar nosso destino
Templos brancos de felicidade, a existência de seu santuário.

Toda inocência, sangra pela luxúria.
Toda amargura, capelas de ferrugem.
Toda inocência, engole a chama.
Toda amargura, presa na sua chuva.

Uma explicação de clareza da sua fraca voz estridente
Você sacudiu meus lábios com tremores de puro deleite e desejo
Meu toque em você trouxe as sensações de castidade
Tremores através das ultra-sensações da descrença da natureza.

Os gemidos da marionete ecoam e preenchem o ar silencioso
Em fragmentos caídos de belas cerimônias eloquentes
Velas pretas excitantes e a fragrância da sua labia
Momentos renderizados da sua máscara escondendo nossa realidade não nascida.

"Olhos azuis...
Eles lutam...
Na luz...
À noite..."

Composição: