Reap Of Martyrs
Reap Of Martyrs
A world forged in the fire of lies
An ideal is born as a vital man dies
Heroes of sin that give no excuse
Appear rather weak with necks in a noose
Glory once was sacred
In ancient times of war
Earned by the hunter and not the prey
Sympathy for the stoic
Has tarnished glory evermore
Desertion of thought for feeble causes
The blades of intolerance
Are grinding independent thought
The harvest of suicide
Cultivated from vile roots
The human condition
Diseased and volatile
Proud men who die
Heroes in the eyes of all
The feigning of courage
Ever present, ever loved
It takes no bravery to die
To live and fight is the challenge
Blights of passage
Youths raised with dead men's morals
Reap of martyrs
In the end we are all dust
Colheita de Mártires
Colheita de Mártires
Um mundo forjado no fogo das mentiras
Um ideal nasce enquanto um homem vital morre
Heróis do pecado que não dão desculpas
Parecem bem fracos com o pescoço na corda
A glória já foi sagrada
Nos tempos antigos de guerra
Conquistada pelo caçador e não pela presa
Simpatia pelo estoico
Manchou a glória para sempre
Deserção do pensamento por causas fracas
As lâminas da intolerância
Estão moendo o pensamento independente
A colheita do suicídio
Cultivada de raízes vilezas
A condição humana
Doente e volátil
Homens orgulhosos que morrem
Heróis aos olhos de todos
A farsa da coragem
Sempre presente, sempre amada
Não é preciso bravura para morrer
Viver e lutar é o desafio
Males da passagem
Jovens criados com a moral de homens mortos
Colheita de mártires
No final, somos todos poeira