Demise
Behold the truth of our demise.
Out of ruin we ll arise.
We ll rise from darkness,
From burden - to light with joy.
Oh beautiful valiant, take us from night,
From dark the mighty king
- unfolds as light.
Malevolent death toll, oh so sweet sounding.
Demise
We sing in our despair,
For hope, then rot in peace.
Embalmed with rosescented fumes.
As the shades of evening draws
The trees calmly whistles...
Unending reprisal of hope, of hope
Farvel nikker blomstene,
Mildt hvisker vinden.
Soulbells play in gardens of stone.
Everlasting monuments, petrified by grief.
The remains of loved ones,
Now withering into dust and soil.
Again turning the wheel of life,
From dust man arise to dust man
Become.
Fim
Eis a verdade do nosso fim.
Das ruínas nós vamos ressurgir.
Vamos sair da escuridão,
Do peso - para a luz com alegria.
Oh bela valente, nos tire da noite,
Do escuro o poderoso rei
- se revela como luz.
A maligna contagem da morte, oh tão doce ao soar.
Fim
Cantamos em nosso desespero,
Por esperança, então apodrecemos em paz.
Embalados com vapores de rosas.
À medida que as sombras da noite se aproximam
As árvores assobiam calmamente...
Reprisal interminável de esperança, de esperança
Adeus, as flores acenam,
Suavemente o vento sussurra.
Sinos de almas tocam em jardins de pedra.
Monumentos eternos, petrificados pela dor.
Os restos de entes queridos,
Agora murchando em poeira e solo.
Novamente girando a roda da vida,
Da poeira o homem surge para a poeira
Se tornar.