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Deus Errante

Funeral

Vagrant God

No one could deem this an end
Yet there is no grave for you to tend
The feathers fell to dark intrigue
A tell-tale praise - a solemn need

Reconciled with torment fraught
Swallowed down the throat of nought
Your hands lay bleeding with regret
The night when angels sorely wept

The manic sea of smothered cries
Ran in his blood, poured in his eyes
Yet the unrest would pine away
In solitude where death holds sway

So this is how credence declines
All words come down and laughter pines
A vagrant god released from debt
Discouraged yet - who will forget?

Their failing stare - despondency
The nature of his entity
The heartfelt warmth of which they sought
To brace comfort, he shelters not

Black rivers dug into the earth
Bearing out the human worth
He owns no awe, no love to crave
Only his death would have them saved

Deus Errante

Ninguém poderia considerar isso um fim
Mas não há cova pra você cuidar
As penas caíram em intrigas sombrias
Um elogio revelador - uma necessidade solene

Reconciliado com a tormenta intensa
Engolido pela garganta do nada
Suas mãos sangravam de arrependimento
Na noite em que os anjos choraram com dor

O mar maníaco de gritos sufocados
Corria em seu sangue, escorria em seus olhos
Mas a agitação se esvaía
Na solidão onde a morte reina

Então é assim que a crença se desfaz
Todas as palavras caem e o riso se entristece
Um deus errante libertado da dívida
Desencorajado, mas - quem vai esquecer?

O olhar falho deles - desespero
A natureza de sua entidade
O calor sincero que eles buscavam
Para encontrar conforto, ele não abriga

Rios negros cavados na terra
Revelando o valor humano
Ele não possui admiração, nem amor a desejar
Apenas sua morte poderia salvá-los

Composição: K. Ottersen