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Pelo Sangue das Árvores

Funerarium

Par Le Sang Des Arbres

Par le sang des arbres
Par le sang des arbres, l'énergie m'abreuve.
Etre magistral, monument à la vie.
Etre ancestral, grandeur asservit.
Tu restes le repère des druides,
Le garde mangé des souvenirs lointains,
Des mélanges insolites aux pouvoirs surnaturels.
Recueil vivant des récits philosophiques,
Grimoire millénaire des rites magiques.
Tu demeures là, toujours aussi majestueux,
Roi du monde, maître des secrets,
Tu attends ton heure, ta libération...
Le vent t'agite et te fait vivre,
Et vibrer te fait la brise, insouciant
Tu veilles sur les hommes.
Ces destructeurs cadeau du créateur,
Cadeaux bien malheureux
Pour notre Goa si fragile.
Tu rythmes nos vies au grès des saisons.
Tu génères l'ombre avec ton complice illuminé
Et plonge la terre dans l'obscurité.
Comme a put le faire le christ,
Ton sang nous désaltère
Et de vivre, il nous permet.

Pelo Sangue das Árvores

Pelo sangue das árvores
Pelo sangue das árvores, a energia me sacia.
Ser magistral, monumento à vida.
Ser ancestral, grandeza aprisionada.
Você continua sendo o marco dos druidas,
O guardião das memórias distantes,
Misturas inusitadas com poderes sobrenaturais.
Coletânea viva de relatos filosóficos,
Grimório milenar dos rituais mágicos.
Você permanece aqui, sempre tão majestoso,
Rei do mundo, mestre dos segredos,
Você espera sua hora, sua libertação...
O vento te agita e te faz viver,
E a brisa te faz vibrar, despreocupada.
Você cuida dos homens.
Esses destruidores, presente do criador,
Presentes bem infelizes
Para nossa Goa tão frágil.
Você marca nossas vidas ao sabor das estações.
Você gera a sombra com seu cúmplice iluminado
E mergulha a terra na escuridão.
Como pôde fazer o Cristo,
Seu sangue nos sacia
E nos permite viver.

Composição: