Nade Mną Mgła
Le?? tam pod deszczem,
W krzy? ramiona z cia?em uk?adam,
Pode mn? ?o?e szeleszcze,
Z ptak?w figury do lotu si? sk?adam...
Krzyki donios?e o niebo wrzucam,
Nie wiem o co, lecz z przyjemno?ci?,
Ale nawet drzazgi nie w?o?? tam echem
W mur szary niezm?cony ludzko?ci?...
Nade mn? mg?a tu? na sercu si? k?adzie,
G?st? trupi? biel? ?ycia wype?nia,
Cz?onki zrodzone me lekko?ci? wiedzie
I do lotu nad g?rami unosi...
I wnet oczy otwarte ze ??k?ymi li??mi
Martwymi loty moje podniebne r?wnaj?,
Z ziemi? zn?w jedno?ci? staj? si? ko?ci,
Zapadam si? by zn?w by? pocz?tk?w krain?...
Wracam...
Nuvem Sobre Mim
Levo-me lá sob a chuva,
Nos braços cruzados com meu corpo me deito,
Debruço-me sobre o que sussurra,
De pássaros formas ao voo me formo...
Gritos estrondosos ao céu eu lanço,
Não sei por quê, mas com prazer,
Mas nem mesmo farpas eu coloco lá ecoando
No muro cinza imutável da humanidade...
Sobre mim a névoa aqui no coração se deita,
Densa, a morte branca preenche a vida,
Membros nascidos me levam com leveza
E ao voo sobre as montanhas me elevam...
E logo os olhos abertos com folhas famintas
Mortos, meus voos celestiais se alinham,
Com a terra novamente a unidade se torna ossos,
Afundo para novamente ser o começo da terra...
Estou voltando...