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A Violinha

Gabriel Clausi

La guitarrita

Mi guitarrita querida
amiga de mis amores.

Vuelve en la noche hoy, junto a la reja,
el dulce trino; amor de payador,
aroma de jazmín y de glicina,
luna, canción y ella con su amor.
Fue la guitarra así, mi compañera,
la que llenó mis noches de ilusión,
la que alegró mi vida de bohemia,
y encadenó mis sueños a su amor.

Lloré, reí, viví, sufrí,
buscando dulce prenda,
canté, soñé, perdí, gané,
y no encontré la huella.
Al fin triunfé, bebí su amor,
me encariñé a sus trenzas
y la sentí en mi vida
junto a mi corazón.

Como un recuerdo que ha vuelto otra vez,
que yo siempre alenté, que yo siempre soñé.
Hoy te busco como al sueño azul,
con deseo de alcanzar tu amor,
como una imagen que no borraré
la que siempre guardé
y que nunca olvidé
el recuerdo que tu amor me dio,
es nostálgico querer.

A Violinha

Minha violinha querida
amiga dos meus amores.

Volta esta noite, junto à grade,
o doce trinado; amor de trovador,
aroma de jasmim e de glicínia,
lua, canção e ela com seu amor.
Foi a guitarra assim, minha companheira,
a que encheu minhas noites de ilusão,
a que alegrou minha vida boêmia,
e encadeou meus sonhos ao seu amor.

Chorei, ri, vivi, sofri,
buscando doce presente,
cantei, sonhei, perdi, ganhei,
e não encontrei a pista.
Por fim triunfei, bebi seu amor,
me apego às suas tranças
e a senti na minha vida
junto ao meu coração.

Como uma lembrança que voltou outra vez,
que eu sempre alimentei, que eu sempre sonhei.
Hoje te busco como ao sonho azul,
com desejo de alcançar seu amor,
como uma imagem que não apagarei
a que sempre guardei
e que nunca esquecerei
a lembrança que seu amor me deu,
es um querer nostálgico.

Composição: